. PUTA QUE PARIIIUUU! É impressão minha ou TODO o episódio foi BOM PRA CACETE? De verdade, gostei de todas as cenas, de todos os núcleos... WTF!
“OMGGGGGGGGGGGG!” foi tudo em que consegui pensar antes de “Bad Things” tocar na abertura de True Blood. Sabíamos que o Bill ia interromper a foda mais esperada do ano, mas mesmo assim a cena foi ótima, cês não acharam? E a lutinha entre os vampiros só serviu pra aumentar ainda mais o efeito da testosterona vampírica em nós, fangbangers. Na primeira / segunda temporada de True Blood, nós brincávamos com a frase “Eric, pegaél”. Seria radical demais adotar “Eric, fodeél” aqui no blog? Porque puuuta merda, que pegada!
E o Bill tá tão legal na posição de rei da Louisiana que até a crise de ciúme com a Sookie tá mais animada de se ver. Mesmo que o cara seja um baixinho de nada, fica mais interessante quando começa a agir com atitude. E vou adotar essa frase com meus futuros ex-namorados: “Acredite você ou não, minha existência não gira em torno de quem ou do quê está entre as suas pernas”. Ai, como ele tá bandido!
E aquela cena no porão, Eric e Pam, me deixou pensando: será que ele vai mesmo voltar a ser o que era? Tipo, cem por cento? Vontade de ser o viking fodão bad boy, ele já não tem mais, e AB pode nos surpreender. Na minha humilde opinião, quando esse auê todo baixar, ele vai recuperar a memória e fingir que tá totalmente like a boss de novo, mas no fundo se lembrará do que aconteceu e isso talvez o mude um pouco.

Sabiam que eu já provoquei um pequeno incêndio aqui em casa? É, mas como não estamos em True Blood, não envolvia um bebê, um fantasma serial killer e nem uma boneca do mal. Só uma frigideira com óleo quente demais. Queimou um armário, com uma labareda enorme, mas quase deu merda de verdade. E a sensação é aquela mesmo: cooooooorre, negada! Cara, eu adorei a cena. E quem é aquela moça bonita que dá tchauzinho pro Mikey? Má ela definitivamente não parece. Só falta o guri ter sangue de fada e essa ser a fada-madrinha dele. Se bem que os livros da Charlaine falam de anjos também, então... Enfim, tô começando a achar que a boneca esquisita meio que não é tão má quanto parece. Quero dizer, o bebê estava com ela nas duas situações em que alguma coisa sobrenatural aconteceu e não sofreu nada de mal. Lá na casa da Jess, a boneca ficava na dela também, de boa, com o único inconveniente de voltar quando era jogada fora. Minha suspeita é a de que esse núcleo já é um gancho pra quinta temporada que, como Alan Ball disse, poderá tratar de espíritos incorpóreos pipocando por aí.

Tá, e agora, como o Tommy matou os próprios pais, ele pode se transformar em quem quiser, é isso mesmo? Virou uma espécie de Mística macho e caipira. E, ó, vou falar: finalmente essa merda deu em algo que preste! Alguém precisava mandar a Sookie embora, porque nunca vi uma garçonete mais vida mansa do que ela, haha! Metamorfos com uma storyline boa? Eu sabia que Alan Ball nos surpreenderia, mas não imaginava que fosse a esse ponto.

Adorei Lafa e Jesus no México. Apesar do clima de tensão exigido pela situação, Lafayette sempre dá um jeito de manter um lado cômico nas cenas e isso é demais. Realmente, valeu a pena ir encontrar o véio no meio do nada. Pelo que percebi, além do Lafa ter finalmente se descoberto um médium poderoso que poderá incorporar o espírito de um bruxo sempre que necessário, a suposta força do Jesus foi restituída a ele e esses fatores sem dúvida farão toda a diferença na batalha de Bon Temps. Sem contar que todo o ritual do sacrifício, misturado com religiões latinas e evocações ficou bem competente, gosti.

Falando na galera incorporar, tenho que destacar as atuações de Sam Trammell e Fiona Shaw nesse episódio. Ambos tiveram que pegar os trejeitos de outros personagens bem diferentes dos seus, e isso foi muito bem feito. Sam andando que nem o Tommy, e até falando igual a ele, compensou todas as chatices metamorfas que aguentamos até agora. Só a Luna que se fodeu, porque comprou lebre e levou gato (com todos os trocadilhos metamorfos, por favor).
Da Antonia eu nem preciso comentar nada, finalmente colocando as garrinhas de fora. Ótimo o link do xerife da Louisiana, Luis, ser um dos vampiros-inquisidores-padres-estupradores lá da época dela. E pegou um, pegou geral, né? Com esse sob seu domínio, não vai demorar muito até que ela controle todos os vampiros da região, a não ser, quem sabe, Eric, que meio que não tem uma mente pra ser controlada no momento, ou é bonzinho e vai escapar da maldição... Enfim, suspeitas e mais suspeitas.

E Jason, percebendo que vai se transformar pela primeira vez, faz a maior jasonzince que poderia: sai correndo desnorteado mato afora. Isso aí, campeão, é o que eu faria (?). Aí a Jessica o sente e sai correndo também porque, hehe, é isso o que os vampiros fazem, não? Acabou que o mato tava mais animado do que as últimas choppadas da minha faculdade: Jason, Jess, Sookie de espingarda, Debbie, Alcide, uhuul! E esses dois alimentaram minha dúvida: Jason vai ou não virar uma pantera, porra? O povo de Hotshot com certeza é menos sofisticado do que os lobisomens, e talvez Debbie e Alcide não saibam tanto assim do que estão falando. Em relação ao bando de Bon Temps, cês tão ligados que o líder dele é o ex-marido da Luna, né? Vai ter gente se fodendo nisso aí.

Se bem me lembro, nos livros, Sookie usava seus poderes telepáticos pra ajudar na escolha do líder do bando, e acabava dando merda e o pai do Alcide, o atual líder, perdia a competição de forma injusta, morria e um merdinha mau-caráter se tornava o chefe. Tá bem diferente do que estamos vendo na série, a não ser a parte do carinha mau-caráter, mas mesmo assim me lembrou o que li no livro de Charlaine Harris.
Eis que o impossível acontece, fangbangers: Alan Ball, seu safadgénho, tu deu um jeito de agradar a gregos e troianos mesmo, não? Ou melhor, ao team Bill e ao team Eric. O rei da Louisiana, com todo o peso do poder em seus ombros, age com brava justiça ao poupar a vida daquele que foi um grande rival, em prol da felicidade da mulher que ama, e liberta-o pra ser feliz junto dela. Ééé, porra, cês vão continuar zoando o Bill? Agora ele foi sujeito homi mermo, rapá. E é ÓBVIO que ele ainda ama a Sookie.

A cena de sexo entre loiro e loira não podia ter sido mais bonita. Com aquele clima de “Ó, você está vivo! Fiquei tão preocupada!”, não poderíamos esperar que ele a pegasse à la Yvetta. Além disso, não combinaria nadinha com a nova personalidade do Loirão. Sem mencionar o fato da letra de “I Wish I Was The Moon” encaixar perfeitamente com as cenas mostradas na hora, o que deixou um efeito muito legal mesmo. E quem diria que eu ia ter vontade de chorar vendo Eric e Sookie finalmente se pegando, hein? Hahaha! Mas tudo bem, deve ser só uma TPM das brabas.
Eu acho que não tenho mais o que dizer. Simplesmente, o melhor episódio de True Blood até agora. Porque eu espero de verdade que sejamos ainda mais surpreendidos.
Lady ;*