É, fangbangers, tio Stephen Moyer realmente soube como conduzir um puta de um episódio; pra quem não sabe, foi ele o responsável pela direção do 5x08, um daqueles poucos episódios em que todos os núcleos tem algo de interessante pra oferecer.
Mas se eu devo nomear uma coisinha meio nonsense, essa coisinha é o Jason tentando dissuadir Sookie de se livrar dos seus poderes. Porra, se eu quero fazer alguma coisa, não é o meu irmão de mimimi no meu ouvido que vai me fazer mudar de ideia. Além disso, ela não sabe mesmo o que quer da vida se precisou de tão pouco pra fazê-la permanecer como fada.

Bom, e falando em fadas, vamos todos pro meio do mato fazer uma roda hippie de regressão e ver o momento exato da morte dos pais da Sookie. Eu esqueço como a vida ficar mais fáil com super poderes. Enfim, fiquei frustradíssima com o fato do casal Stackhouse ter sido morto por um vampiro random. Seria tão mais legal se fosse Bill ou Eric, ou mesmo outro que nós conhecêssemos. Quem é esse Warlow? Não sabemos nada dele além do fato de que o cabra tem voz de trem-fantasma. E se “smells so good in here” (morri com a cara da Sookie nessa hora), por que ele não atacou a Claudine ali do lado de fora do carro, uma fada feita e, imagino eu, bem mais cheirosa do que um pedacinho de band-aid?

Agora, por ter acessado essa memória, Sookie tá ligada ao tal vampiro? E como um vampiro consegue se materializar no banheiro dela por meio de uma nuvenzinha ectoplásmica? Ele deve ser diferente dos vampiros que já conhecemos, ou então bem poderoso. Mas se ele é tão poderoso assim, o que esse manolo estava fazendo na roça de Bon Temps quando matou os pais da Sookie? Eita, acho que levantei questões demais e vou acabar explodindo a cabeça de todo mundo.

Eu achei bem feito o que aconteceu com a Jessica. Ok, nós gostamos dela, mas convenhamos que a mocinha tava se achando demais nessa temporada. Nada como um membro fanático de um grupo de ódio pra nos mostrar que não somos essa coca-cola toda que imaginávamos. Mas o Hoyt não teve coragem de dar um tiro nela, obviamente, e me pergunto se as coisas sucederam dessa forma porque ele a ama, porque ela é uma personagem muito legal na série ou porque Bill, maker dela, dirigiu esse episódio. Meu palpite é o de que o casal apaixonado volte a ficar junto, ou eles não falariam tanto nisso aí. Nesse ponto, True Blood é igual a novela da Globo: começa com aquele casal carismático que depois se separa e a trama gira toda em volta da possibilidade deles ficarem juntos de novo. É o que acontece com Hoyt e Jessica e, verdade seja dita, Sookie e Bill.

E só mesmo no fantástico mundo de Sookie pra um xerife chegar num galpão com um cara morto e uma vampira e simplesmente não fazer perguntas sobre o ocorrido, não chamar reforços nem nada. Tá tudo em casa mesmo, né? Imagino a festa de Natal dessa galera no Merlotte’s...
E falando no Andy, lembrei do Sam e da Luna... Gente, quisso? Então ela ficou com raiva e, boom, se transformou no namorado? Deve haver alguma explicação boa vindo por aí, mas, até lá, Sam rebolando de voz fininha e bundinha de fora fez o meu dia.
Tô adorando o quão elevada está sendo a moral do Eric nessa temporada. Ele, de vilão bad boy lá em 2008, se tornou o defensor dos bons costumes. Se isso não for uma jogadinha política do Bill, quer dizer, se ele realmente não quiser explodir as fábricas de Tru Blood, então Eric é, entre essa gente, o único que vale alguma coisa. O que ele tá sentindo, entretanto, me parece ser só um cagaço enorme de que alguma merda foda aconteça caso os vampiros venham a tiranizar e tocar o terror no mundo.
Apesar de tudo, acho os exageros da Autoridade um barato; as risadas, o sangue, toda a diversão e iminência de poder... O que sempre me incomodou, no entanto, é o fato deles ficarem todos lambrecados de sangue depois das refeições. Puta clichê, não? Eu só quero saber o que Eric vai arrumar sozinho com toda essa galera aí enlouquecida.
E Alcide salvou a pátria pra quem, assim como eu, já tava sentindo falta da putaria da série. Outra coisa que entra na categoria de coisas clichê da série são os rosnados dos lobisomens. Porra, nem um pouco sexy os barulhos que ele fazia lá com a loba gostosona, e muito menos sexy ainda o pulão que ele deu em cima da cama. Ok, Alcide, tu é gato, mas esse tipo de coisa faz a mulherada broxar. Alguém concorda ou sou a única louca que acredita que um homem daquele consegue não ser totalmente hot?
E o lance do packmaster tá sendo encheção de linguiça. É claro que Alcide não deixaria o menino ser pego pelos lobisomens maus porque, ora essa, ele tá do lado dos bonzinhos da série, é um herói e mimimi. Mas, até que Russell entre nessa história aí, tá tudo muito chato, por enquanto.
Pago o maior pau pra relação da Pam com a Tara, uma tá começando a gostar de verdade da outra. Sem contar que elas estavam lindas no último episódio; aliás, a Pam poderia dar uns conselhos de moda pra Rutina antes das premieres e eventos no red carpet. Just saying.
E eu sabia que a maravilhosíssima ideia de Holly e Arlene ia dar merda. Lafa já virou empreguete do mundo espiritual, volta e meia o povo toma o corpo dele pra dar algum recado ou tratar de alguma pendência. A questão é que nosso amigo é um tanto, hum, digamos, sem jeito pra se relacionar com público em geral e soltou ali na frente de todo mundo que um tinha que matar o outro. Agora, essa dona aí do Iraque não é muito da exigente? Custava ela aceitar meia dúzia de galinha preta e um prato de farofa em troca do cancelamento da maldição? Te contar, neguinho quando quer atrapalhar, atrapalha.
Tô pra dizer que esse vai ser um dos melhores finais de temporada ever, porque tem muita coisa legal acontecendo. Que Godric e até Lilith permitam que a qualidade se mantenha assim até o episódio 12. Waiting sucks, meus queridos.
Lady ;*