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terça-feira, 20 de agosto de 2013

O destino de Eric Northman e os outros personagens

Os fãs de True Blood ainda estão de luto por Eric Northman depois da season finale de True Blood nesse Domingo... Desnecessariamente, diz Brian Buckner. O manda chuva da série deu uma entrevista ao tvline.com contando o futuro dos personagens na sétima temporada e claro, a do Eric também.


Quando perguntado se o ator Alexander Skarsgard iria sair da série, ele confirmou: 
"Alexander Skarsgard fará parte da sétima temporada, sim" 
A letra tem que ser grande pra vocês entenderem. Ele diz que está ciente que os fãs não gostam da ideia de ver o Skars fora da série, sendo assim, ele continuará sendo um dos personagens principais na próxima temporada.

Agora os fãs da série e os Team Eric podem se acalmar, quem está falando não é um blogueiro qualquer que gosta de escrever sobre True Blood, e sim o fodão que manda em tudo por lá.

 Leiam na íntegra a entrevista completa do Brian, onde ele fala também do nu frontal que o Alex aceitou de boa em fazer, sobre o possível envenenamento da Tara e o namoro de Sookie e Alcide:

Acho que o Eric não aparecerá do nada vivo e bem na sétima temporada, não é?
Não. Isso seria trapaça, não é? Pam foi procurar por ele e talvez ela o encontre, quem sabe?
Vamos falar sobre a cena onde Alex fica nu. Que tipo de “conversa por trás das câmeras" vocês tiveram a respeito da cena?
Não houve exatamente uma conversa com ele. Ele é Sueco. Eles ficam pelados o tempo todo. Por falar nisso, eu vi o que tivemos na câmera  Eu enviei a ele um e-mail dizendo: ”Nós vamos aprovar a cena, está tudo bem pra você ” Ele disse “No problemo” Essa foi a conversa. Não poderia ter sido mais fácil.
A reação do público te surpreendeu? Ou a ele?
Acho que ás vezes nós nos impressionamos com a quantidade de gente que se importa demais. Mas eu não acho que foi surpresa terem se importado. Ele sabia que estava dando um grande presente a todos. (risadas)
Me fale sobre a decisão de pular pra seis meses depois.
Olha, nós estamos indo para a sétima temporada. Estou ciente de que as pessoas gostam do que já é familiar pra elas, mas nós temos que mudar. Nós temos que ser capazes de girar a historia pra um outro ângulo. Havia pontos da história que nem eu nem os outros escritores queriam mostrar. A precipitação do que Bill tinha feito, por exemplo... Nosso show é tão limitado pela estrutura narrativa. Nós não somos 24, mas estamos bem perto –e ás vezes é refrescante ser capaz de embaralhar as cartas. Pra mim é divertido. Nós obviamente pegaremos algumas peças e explicaremos como certas coisas aconteceram. Mas o que eu acho que algumas pessoas acharam chocante, pra mim, foi muito refrescante. É isso: O mundo mudou, o vírus sofreu uma mutação e esta é a maneira como as coisas vão acontecer agora. Enquanto isso, a vida bate nessa pequena cidade.
A série tem flertado com Sookie e Alcide por anos. Por que agora foi o melhor momento de puxar o gatilho?
Em um mundo onde quase todo mundo é alguma criatura de algum tipo, Alcide é o mais humano de todas. Não quer dizer que foi sua temporada mais humana. Todos nós sentimos a mesma coisa que o público estava sentindo, que Alcide precisava voltar a si. Quanto a Sookie, essa foi a oportunidade que ela viu pra falar “Sem mais vampiros”. Ela investiu em Warlow sem saber que ele era um vampiro, então ela estava tentando. Isso mostra o crescimento de Sookie. Quer dizer, eu acho que ele é um galã, então pelo menos ela está recebendo seu pedaço. (risos) Pra mim, com Eric fora da sua vida, eu acho que é bem obvio o triângulo que estamos preparando entre Bill, Sookie e Alcide.
O salto do tempo nos privou do seu namoro, embora.
-Sim. Pulamos algumas coisas. O que não quer dizer que o público vai ser privado de cenas de amor entre eles daqui pra frente. (NÃÃÃÃÃOOO)

Haverá um reset de Bill na sétima temporada?
Com certeza.  Nós não queremos que Bill seja um babaca. Considerando que o show que eu mais gosto de assistir agora, Breaking Bad e Walter White está em uma trajetória descendente, com as conseqüências de suas ações, a pergunta que nós vamos fazer na próxima temporada é: Bill pode ser perdoado? Porque ele fez suas intenções claras. Uma coisa que eu notei - e eu provavelmente não deveria ler tanto quanto eu estive lendo, mas eu tenho, em termos de reação do público - é a ideia de que os personagens não podem mudar. Vou deixar uma coisa bem clara: essa ideia de que Lettie Mae está tentando envenenar Tara é um absurdo. Isso é verdadeiro. Ela está tentando se redimir. E eu percebo que na série, pelo enredo nos impulsionar a tantos anos á coisas ruins, você insere um “ato duvidoso” na maneira dos personagens agirem, e eles agem como nós esperamos. É isso o que está acontecendo. Quando deixamos que os personagens mudem de verdade, quando deixamos de ver o personagem pelo mesmo caminho que ele sempre perseguia, eu acho que as pessoas ficam perdidas sobre o que pensar.

Assim, sobre Lettie Mae e Tara, pra não dizer que ta tudo indo muito bem, o conflito entre as duas não será o envenenamento. Da mesma forma, eu acho que o Bill não tem um truque na manga no momento. Acho que ele está sendo verdadeiro.  A verdadeira questão é sobre o perdão.
O que nós podemos esperar da sétima temporada?
O show começou como: "Vamos ver se os vampiros e os seres humanos podem se dar bem." Estamos voltando para a promessa original do show. E porque os seres humanos e vampiros estão sendo forçados a ficar juntos, vamos estar examinando isso com todos os nossos personagens. Estes são relacionamentos complicados agora, porque eles estão se alimentando - não é necessariamente sexo, mas as coisas são, por vezes, confusa, especialmente nas mentes dos vampiros.

Essas são as palavras do Brian. Embora eu não goste do MODO que ele está fazendo a história se desenrolar, eu gosto do que ele está tentando fazer. Gosto do modo otimista dele de falar que as pessoas podem mudar. Sim, elas realmente podem mudar. O que assusta nós, fãs, é a rapidez que isso tem acontecido na série. Eles estão atropelando os acontecimentos e tentando voltar tudo do começo. Gosto da ideia da série estar voltando ás suas origens, onde quem importava mesmo eram os vampiros e não lobisomens, panteras, fadas, fadas-vampiros, deuses vampiros, metamorfos e todas essas merdas.

Talvez a decisão de Sookie com Alcide tenha sido precipitada além da conta, mas talvez seja interessante ver isso com outros olhos... Ou não. Está bem óbvio que, assim como Alan Ball, Brian também deve achar que Sookie e Bill são almas gêmeas. Outro triangulo amoroso, agora envolvendo o cachorro molhado do Alcide, vai ser complicado engolir. Esse negócio dos escritores serem Team Bill ta fodendo tudo.

Quanto á Lettie Mae e Tara... Também tive a impressão de que ela estava tentando enganar a filha assim como muitas outras pessoas. É muito bom ele ter tirado essa dúvida da nossa cabeça, mas ainda fica muito confuso toda essa quantidade de personagens mudando e sendo bonzinhos (ou malvados) do dia pro outro.

Hoje a noite tem mais um post, uma continuação da minha review. Fiquem ligados.

Zé Ninguém

domingo, 15 de julho de 2012

Elenco de True Blood na Comic Con 2012

Ontem, em San Diego, California, aconteceu a edição anual da Comic Con, e vários elencos fortíssimos das séries mais megabogas do momento estiveram presentes. True Blood, obviamente, não poderia ficar de fora. Gente, eu queria muito ser ryca em LA. Porque, olha, ser chamada pra festinhas da HBO e coisas do tipo no fim de semana nem deve ser tão chato não, sabe?


Não preciso dizer que o povo tava lindo como sempre. Aliás, tem gente que só tá ficando mais linda com o passar do tempo (outro benefício de ser ryca); tipo a Kristin, que, impressão minha ou não, tá parecendo mais jovem.

Mas vamos ao que interessa: todo mundo quer saber o que a nossa liga extraordinária andou respondendo no painel de True Blood. Joe gatão, Ryan, Deborah (que, porra, deve ser uma vampira mesmo porque nunca que aparenta ter 27 anos de idade), Rutina, Chris Meloni de chapeuzinho, Alex lindão, Kristin, Stephen, Anna gravidinha e Bolão entraram lindos e maravilhosos pra fazer as gracinhas típicas de conferências e que todos nós amamos.

Quando indagados sobre uma rixa com a galera de Vampire Diaries, Stephen respondeu que não se falava sobre eles ali (em tom de brincadeira, claro). Rutina comentou ter adorado as cenas de Jessica e Tara, pela chance de interagir com alguém que ela ainda não havia trabalhado na série. Mas quem foi parabenizada mesmo foi a Anna pelas cenas da Sookie bêbada. Quando a gente entende do assunto, tudo fica mais fácil, não? A senhora tá grávida, dona Anna, sossega com a cachaça aí.


Stephen disse o óbvio – que Alex estava muito bem com a camisa preta. Meu querido, muito bem fico eu de calcinha e sutiã; Alex tava engravidando mulheres por osmose, isso sim. Os atores comentaram que, além de todas as temporadas de inimizades e brigas por Sookie, existe algo maior entre Bill e Eric, uma amizade oculta, e que está sendo muito legal explorar isso. C’mon, todo mundo sabe do clima só love que tá rolando entre os dois agora.

Kristin e Rutina falaram sobre os guarda-roupas de suas personagens e a relação entre as duas. A mãe da Rutina até ligou pra ela pra elogiar o decotão do último episódio. As meninas comentaram que Pam vai ajudar Tara a descobrir seu lado séquice, nada de roupinhas do Wallmart anymore, pra ninguém.



Rolou até ameaça de strip por parte do Joe. Cara, eu gosto dele porque, aparentemente, é só falar “fica peladão ae, Joe” que ele fica. Depois foi a vez do Ball mostrar a pança num pseudo-strip, e essa safadeza começou só porque um dos entrevistadores perguntou se a Tara tinha tido aulas de tirar a roupa. A galera tá realmente subindo pelas paredes, não?

Agora, a parte que eu sei que vocês gostam: cenas de sexo. Joe diz que Alcide “eviscera sexualmente” alguém na série, e Ball completa falando que haverá, sim, muitas cenas hot e que todos os gostos serão satisfeitos. Porra, Bolão, pera aí. As pessoas tem os gostos mais bizarros do mundo nesses assuntos, espero de verdade que todos os gostos não sejam satisfeitos. Let’s stick to Eric e Alcide pegando mulher, que tal?

E aos que tinham planos de ver o Quinn na série, podem ir tirando o tigrinho da chuva. Ball diz que não há nada planejado para um weretiger em True Blood, mas que, como ele está saindo da produção da série, pode ser que os novos responsáveis optem por incluí-lo. Poooxa :(


Uma fã (sempre tem uma Lady nessas horas) pediu pra, dafuq, Joe e Alex flexionarem os músculos, porque ela queria ver aquilo. Tá bom, eu realmente admiro a cara de pau da menina, que, se bem sucedida, teria sido uma heroína para as fangbangers desesperadas. Mas Skars e Stephen (que entrou de gaiato na história) disseram que não tirariam nenhuma peça de roupa com o Joe ou o Ryan perto, em reconhecimento aos físicos espetaculares de ambos. Stephen pede ao Ryan que plante bananeira (isso é a Comic ou um circo?), e ele vai lá e faz mesmo. Pelo visto, o exibido não é só Jason Stackhouse.


E o painel terminou com uma rasgação de seda pro Ball, todo mundo elogiando o talento do diretor e agradecendo-o pelas cenas maravilhosas. Bolão disse que se não estivesse tão velho e cansado, continuaria filmando o show, sem dúvida a maior diversão de sua carreira. Só eu que tô mesmo quase chorando porque ele vai sair do show?

Vocês podem conferir mais fotos e vídeos do elenco na Comic-Con no nosso Tumblr
Lady ;*
Fonte

sábado, 16 de junho de 2012

Entrevista com Christopher Meloni

Aposto que todos estão bem ansiosos pra ver o Christopher Meloni amanha no próximo episódio, e não só ele, eu tambem estou ansioso pra ver o molequinho malvado. Meloni deu uma entrevista falando sobre a sua participação na série e sobre o seu personagem, o vampiro de 500 anos de idade e chefe da autoridade vampírica, Roman.

Embora Roman seja um dos vampiros mais antigos da cidade, Meloni diz que seu personagem não é tão sábio quanto seus anos. Meloni descreveu seu personagem como um bebe grande e velho; teimoso e fanático. "Eu acho que se voce estiver com ele, voce concorda com ele e quer seguir alguém assim. Mas se voce discorda com ele, então voce acha que ele é um fanático."; "Voce sabe quem age assim? Uma criança" Diz ele. "Eu achei isso um fato cômico. Por cima de tudo voce tem uma entidade impressionante, mas por baixo daquela pele autoritária, ele é um bebe grande e velho."

A primeira cena de Meloni foi uma das mais díficeis, diz ele, por que ele estava "praticando ser um vampiro, ser essa nova pessoa".

Eu não sei se fui só eu quem percebeu algumas coisas curiosas sobre essas autoridades, mas é algo que eu gostaria de comentar já tinha um tempo. A maioria dos vampiros que conhecemos em True Blood, que são muito poderosos, como a Queen Sophie Anne por exemplo, descrita como tendo em média, 500 anos de idade, na verdade, são bem novinhos. Já que em True Blood idade significa poder, eu fico curioso em saber por que raios d'agua, um vampiro como Eric ou Godric, eram meros Sherifs. Já que Eric é 500 anos mais velho do que Roman, ele é mais forte e consequentemente teria muito mais poder que o mesmo. Mas por que ele insiste em ser um cachorrinho que faz tudo o que mandam? Se eu fosse um vampiro de Mil anos de idade eu não receberia ordem de ninguém não, a não ser que o vampiro em questão seja um Russel louco de 3 mil anos.

É isso aí, pessoal... O que acham dessa teoria?
Amanha tem mais True Blood, fiquem ligados no blog.
Zé Ninguém
Fonte

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Nova Promo e entrevista com Jacob Hopkins

Faltam menos de duas semanas, fangbangers, estão ansiosos? HBO soltou mais uma promo eletrizante e agora dá pra gente ter mais uma noção básica do que teremos essa temporada. Saca só:

 

Alguém me explica como é que o Russel consegue ter todas as falas mais fodas de True Blood? Não sei se é propriamente as falas, mas o jeito que o Denis atua é simplesmente fodástico. Na minha concepção ele sempre será o melhor vilão de True Blood... E agora ele tá de volta pra foder a porra toda, sedento e afim de uma boa vingança. Sinceramente, se a fada safada, o viking e o tio morrerem, eu não vou nem me importar, eu torço mesmo é pro vilão.

Todos nós estamos especulando como será o vampirinho criança que faz parte da autoridade vampirica. Ele parece muito poderoso dentro do conselho já que ele deve estar “vivo” por muitos anos. O ator Jacob Hopkins, que interpretou o vampirinho, chamado Alexander Drew, deu uma entrevista contando sobre a experiência. Ao ser questionado como era o seu personagem, ele descreveu Alexander como sendo um vampiro impetuoso e que gosta de insultar os outros. Ele é basicamente um encrenqueiro... Transformado na idade de nove anos; é como um homem velho preso no corpo de uma criança. Mas não se enganem pela sua carinha de anjinho, quando ele tem que ser autoritário, ele é!
Como ele é uma criança, não é permitido que ele assista a série, já que a classificação não permite. Ele contou que seu pai é ator e que ele e o seu treinador o ajudaram a se preparar para o papel. Ele disse que ama vampiros e que leu vários livros sobre o assunto quando descobriu que tinha conseguido o papel.

 O entrevistador não fez perguntas muito interessantes para o jovem ator, acho desnecessário postar todas. Ele concluiu dizendo que sua parte favorita nas filmagens de True Blood, foi filmar as cenas com as presas. “Eu me sinto como um vampiro de verdade quando estou com ela

Não sei vocês, mas eu estou muito ansioso pra ver essa criaturinha em ação.

Já é dia 10?
Zé Ninguém
Fonte 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Ato final - Jesus Velasquez

Kevin Alejandro deu adeus ao seu personagem Jesus na season finale da 4° Temporada, vejam o que o cara disse sobre a despedida:

A noticia
Eu descobri que Jesus iria morrer logo no primeiro dia, e eles foram muito legais quanto a isso, tipo “Isso não é nada que você tenha feito, relacionamentos felizes são apenas chatos” E eles estavam certos – isso faz parte do grande drama. O ultimo episódio foi realmente emocionante. Foi muito triste pra mim, por que o fim é inevitável.
A amizade com Nelsan
Nelsan é um dos melhores caras que eu já conheci. Às vezes conversamos sem ao menos abrirmos a boca. Em níveis diferentes da série, nós nos amamos na vida real. E em cada cena em que filmamos na 4° temporada, sempre teve aquele clima no ar de “Este é o fim”. E todo o processo até a cena final foi maravilhoso. No fim, eu acho que Lafayette voltará mais forte, sabendo quem ele é e do que ele é capaz de fazer. Nelsan não estava exagerando quando disse que nós nos tornamos muito próximos. Minha família adora ele. 
Sobre retornar
Eu conversei com algumas pessoas que tomam esse tipo de decisões e sim, eu acho que Jesus irá voltar alguma hora para auxiliar Lafayette no que ele precisar, sobre sua mágica e sua mediunidade e o manter longe de problemas. Acho que é uma maneira fácil de vermos Jesus voltar. 


Kevin também falou que foi sua idéia que Jesus morresse pelas mãos de Lafayette. "É verdade, eu achei que seria interessante. A direção em que eles colocaram os personagens de um modo tão apaixonado, onde um equilibra o outro" – Explicou Kevin sobre sua idéia. “Que incrível modo de prosseguir com isso na série, a criação de tal amor e ter a pessoa que você mais ama, levando sua vida”

Não vou mentir, fiquei muito triste com a morte do Jesus. Foi a morte mais sem lógica da temporada toda... Por que, pelo sim, pelo não, Jesus era um personagem forte e ainda teria muito a ser explorado. A religião dele e o relacionamento dele com o Lafa esquentou a history line do Lafa, que já estava ficando chato com aquela história de ser vendedor de V do Eric. Espero que o Lafa não vire uma Tara chata que foi na 3° temporada, chorando pelos cantos por que seu amor morreu. Vamos torcer pro Lafa voltar todo fodidão, dominando sua mediunidade e não deixando nenhuma bruxa metida a besta se apossar dele. R.I.P Jesus

O que vocês acham?
Ps: Estou mega depressivo com esse hiatus. Longos 9 meses. Mas não desistam, fangbangers.
Zé Ninguém

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Ato Final - Debbie Pelt

E aí, fangbangers? Quem já começou a sentir os primeiros sintomas da crise de abstinência? Bom, com certeza a Brit Morgan, já. Isso porque nos despedimos de Debbie Pelt no último episódio de True Blood, e, apesar de ela ter sido uma vadia, foi uma vadia divertida e competente.


Eis alguns trechos da entrevista da atriz ao HBO.com, falando sobre o fim de sua personagem na série.
Viciada em amor
Tanta coisa aconteceu desde que Debbie entrou na série! Como nós vemos, tem muita coisa desconhecida a respeito dela, e eu acho que essa temporada mostrou um lado bem positivo do caráter dela. Quero dizer, ela tentou se livrar do vício em V, tentou se entender com o Alcide e ter uma vida legal... Ela esteve lutando contra seus demônios interiores, que ressurgiram quando ela se deu conta do amor do noivo pela Sookie. Ela tentou de verdade voltar pra linha, mas, no final, eram problemas demais com os quais lidar
Encontrando o destino final
Eu e o Joe ficamos realmente curiosos depois do nosso primeiro episódio de volta a essa temporada, então perguntamos ao Alan se ele podia nos dar mais alguma informação. E aí ele logo me contou do que aconteceria na cozinha, tipo os livros e tal, e como Debbie seria incapaz de lidar com os sentimentos do Alcide pela Sookie. Dá sempre uma dorzinha no coração sair de uma série, mas eu sempre soube que esse era o destino da Debbie”.

Noite da Luta
O dia na cozinha foi extremamente emocionante e extremamente legal ao mesmo tempo. Foi o fim do que eu considero ser a melhor experiência da minha vida, e foi também o fim da minha personagem. Mas foi legal porque eu disparei uma arma de verdade, e teve o lance dos miolos e do cabelo ensanguentado da Debbie na parede. E foi tão barulhento que todo mundo no set teve que usar protetores de ouvido. Além disso, todas as brigas com a Anna foram divertidíssimas pra gente

Lady ;*
Fonte 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Entrevista de Kristin Bauer para o Huffington Post


Se há uma coisa que os fãs de True Blood sabem é que Pam sofreu um bocado nessa temporada. Além de seu maker e parceirão no crime ter, de repente, se transformado no Sr. Bonzinho, Marnie lançou um feitiço brabo na linda carinha dela, fazendo-a apodrecer. E se tem uma coisa que a Pam ama mais do que o Eric, essa coisa é a vaidade dela, bitches.

Esse turbilhão de problemas culminou na noite da season finale, quando Pam finalmente desabou lá no Fangtasia com a Ginger e amaldiçoou a fairy pussy da Sookie. Apesar de o ocorrido ter, tenho certeza, comovido milhões de fangbangers ao redor do mundo, não foi o suficiente pra tirar Eric do rastro da fadinha.
Ele realmente é o amor da vida dela, aquela pessoa por quem ela faria tudo”, disse Kristin ao Huffington Post. “Pam morreria por Eric, seu criador, pai, seu melhor amigo. Além disso, é uma relação complicada. Ela não quer ser a ‘chefe’, ela gosta de ser a tenente subordinada de Eric. Isso definitivamente vai ser mais explorado quando virmos as cenas do passado dos dois" (quintona feelings, uhul)


Kristin diz que só agora os fãs começam a entender a profundidade da Pam – isto é, parte fodona (fodona é a melhor palavra pra traduzir “badass”) e parte vulnerável, e que a quinta temporada trará as origens dessa personalidade.

Quem leu os livros sabe que a Pam da Charlaine Harris é uma jovem de dezenove anos muito parecida com a nossa diva vamp poderosa, que foi, nas próprias palavras, salva pelo Eric de se tornar uma mãe e esposa ruins, já que o que ela queria era uma liberdade totalmente fora de alcance pras mulheres de seu tempo.

Eu adoraria ver um novo lado da Pam. Como atriz, você quer fazer sempre algo novo, mais profundo, então foi muito divertido ver como ela se saia sem o Eric. E a vaidade dela também foi tirada, claro. O mesmo acontece na vida real; é na hora que o bicho pega que você vê quem realmente é. O fato dela ter sido uma guerreira frente esses problemas me fez amá-la ainda mais. Ela tinha a opção de sentar e chorar, mas isso não seria nem um pouco típico dela.

Mesmo sendo durona e tudo o mais, Pam teve cenas bem vulneráveis. Em "Burning Down the House”, Eric finalmente se viu livre do feitiço de memória graças ao hadouken da Sookie. Apesar de estar aliviada por ter seu criador de volta, Pam percebeu que não era mais a garota número um dele e, pela primeira vez e apesar de isso não ser totalmente admitido por ela, a vimos verdadeiramente magoada.


Naquela cena, ela percebe que nunca mais terá a mesma relação de antes com Eric”, disse Kristin. “Há aquela cena incrivelmente tocante entre Eric e Sookie, e depois aquele momento tão profundo entre Pam e Eric, nos fazendo perceber que a situação tem grandes proporções pras duas mulheres”.


Desde a primeira temporada, a relação entre o criador e sua cria é muito profunda; relação essa que vai além das câmeras.

“Eu tenho total amor, confiança e fé no Alex”, ela disse. “Ele é um cara maravilhoso. Tô do lado dele há quatro anos, e sempre rimos muito juntos. Isso você não vê no Eric, mas o Alex é muito engraçado. Eu me sinto bem com todo o grupo, são talentosos e divertidos. Eu realmente não poderia pedir mais nada.

E apesar de Kristin não conseguir escolher seu momento favorito atrás das câmeras (apesar da cena em slow motion do episódio 10 ter sido bem legal), ela acredita que o que faz True Blood tão especial pros atores e pros fãs é a química e cumplicidade do elenco.

Nós temos uma família linda ali. Eu não estou em setenta por cento das cenas, então eu assisto os núcleos de todo mundo. Eu não conheço muito do enredo dos lobisomens ou do Sam, aí eu fico fascinada. Uma das minhas cenas favoritas foi a dos primos Bellefleur, foi ótima. E o Chris é um dos gatões do set, todas as meninas tem uma queda por ele!

Apesar da paixãozinha secreta pelo Chris, Pam tem problemas em decorar o nome de um dos atores. Pode isso, Arnaldo? “Finalmente tive uma cena com o Ryan, e lá pela metade do dia de gravação a Anna me diz ‘Tá ligada que você tá chamando de Jason o dia todo, né? ’, e ele é sempre tão fofo que nem diz nada, simplesmente responde quando o chamo assim.”

Mesmo também sendo chamada de Pam muitas vezes, Kristin não poderia ser mais diferente de sua personagem. “Eu sou do tipo de pessoa que chora pelo menos trinta vezes por dia. Alex tá sempre me zoando por chorar no set”. Quem sabe esse lado chorão da atriz se torne útil na próxima temporada, né?

Quanto ao lance do rosto derretido, isso também se mostrou um desafio. Isso porque é difícil se expressar através de camadas e mais camadas de próteses e maquiagem pesada. Mas Kristin se diz satisfeita com o resultado de seu trabalho, confessando que sente ter chegado bem perto do que imaginou pra essas cenas da Pam.

E o que nos resta dizer depois desses comentários, fangbangers? Vida longa as duas, atriz e personagem. E, é claro, waiting sucks.
Lady ;*
Fonte

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O Ato final - Tara Thornton

Quem já viu o episódio final dessa temporada, viu a banheira de sangue em que ele se transformou. E se não viu ainda, não continue lendo. Perdemos vários membros do elenco nesse finale e em compensação, muitos também retornaram, mas esses aspectos estão guardados pro review. Os atores que tiveram que dizer adeus aos seus personagens, falaram de como foi essa experiencia... Estarei dividindo este post em partes para não ficar algo gigantesco para se ler, em breve vem as entrevistas dos outros atores.


Rutina Wesley contou um pouco sobre o "fim" da Tara e como foi filmar a cena do tiro com Debbie e Sookie. Saca só:

O futuro incerto de Tara:
"Eu não sei o que eles têm reservado para a próxima temporada. Eu não vi nenhum script, então eu não tenho idéia do que está para acontecer. Estou entre a vida e a morte, ou simplesmente já morri. Isso é assustador para um ator, mas se chegou minha hora, então que seja assim - e que maneira de ir, salvando a vida da sua melhor amiga. É muito legal que todo mundo vai estar pensando "Ela morreu ou não?" Estou animada e aterrorizada, tudo ao mesmo tempo. Eu poderia ser um fantasma, ou simplesmente sair de cena – o destino da Tara está nas mãos dos nossos escritores maravilhosos e da mente criativa de Alan Ball " - Espero que ela morra logo... MORRE, DIABO!

Dizendo adeus:
"Filmar aquela cena foi muito difícil e emocional. Acho que todo mundo no set derramou uma lágrima naquele dia, foi muito duro para seguir e frente. Quando você vê alguém que você conviveu e respirou por quatro anos chegar a algum tipo de fim, é muito forte - e triste. É realmente difícil se fingir de morto quando você está prestes a chorar. Todas as três saímos depois da cena - Eu, Brit e Anna. Nós comemos e comemoramos o fim de uma cena que foi de matar. Brit também compartilha isso com a gente, então ficamos meio que apenas amando umas as outras e nos apoiando" - É, a cena foi de matar mesmo, literalmente.
Rutina também falou que o contrato dela inclui a 5° temporada e que o Alan Ball tinha grandes planos para a Tara na próxima temporada (ele até chegou a falar sobre um possível romance entre Tara e Pam), mas as coisas certamente mudaram e ela não tem ideia do futuro de sua personagem, mas tem quase certeza que as coisas não acabam por aí. True Blood é uma caixinha de surpresas, tudo é possível.

Eu fiquei muito feliz quando aquela bala acertou a cabeça da Tara. Foi uma "morte" triste. Tara fora da jogada era o que eu estava querendo a muito tempo. Mas a pergunta que não quer calar: Será que ela morreu mesmo? A cabeça dela parecia bem explodida pra mim, mas se notarem bem, a vidraça atrás dela foi atingida, então a bala poderia ter atravessado, ou passado de raspão. Ela pode ter sobrevivido e quem sabe ela não vira uma vampira? Ou um fantasminha camarada? (idéias na cabeça do AB é o que não vão faltar) Resposta que só obteremos depois de uma gestação.

O que vocês acham?
Zé Ninguém
Fonte

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Marshall Allman fala sobre o fim trágico de Tommy

Eu sempre tive e tinha até o episódio de domingo (4x10), uma certa dificuldade em aceitar e gostar do Tommy. Acho que não só eu, mas várias pessoas se sentem do mesmo jeito, ele estava se tornando mais um chato que estava ocupando espaço na série e isso me irritava. Pela primeira vez que vi o episódio 4x10, fiquei feliz com a morte dele e a achei até dramática demais, mas revendo o episódio, eu pude notar que estava sendo um pouco injusto. A cena da morte dele foi bonita e emocionante, ele é um cara bom que passou por coisas ruins e nunca teve noção do certo ou do errado, por que nunca teve um exemplo disso. Sam foi sua salvação, mas não foi forte o suficiente e nem teve a paciência que o Tommy necessitava para se endireitar na vida. Ele veio pra True Blood pra dar um up na vida do Sam, que já estava ficando chato... Só achei que a morte do Tommy foi muito boba, ele merecia coisa melhor.


Agora confiram a entrevista:
Sua morte aconteceu muito rápido no início do episódio. Você estava esperando por algo mais do clímax?
A criação de Tommy sempre foi para servir ao enredo de Sam. O meu pensamento principal foi “eu espero que os fãs não se esqueçam de mim”. As pessoas que eram fãs de Tommy, que o entendiam como um personagem trágico desde o início e que o amavam apesar de si mesmo - Espero que as pessoas se sintam satisfeitas. Estou bem satisfeito e nós lembraremos de você, parceiro.
O que você pensou a princípio sobre o enredo “skinwalker”, antes de saber que seria um tiro pela culatra em Tommy?
Eu estava tão animado. Porque desde o momento em que eu entrei no programa eu estava tipo “Cara, metamorfos - precisamos de mais”. Porque eu não acho que eles estavam recebendo a devida atenção que mereciam. Todo mundo gosta de vampiros, todos eles são sexys. Lobisomens: Eles correm quente e eles são grandes e sexy. Bem, metamorfos – o que eram eles? Eles não têm uma identidade. Eles não eram fodões. Então eu estava tipo: "Vamos mostrar quem são os metamorfos", porque eles são realmente incríveis.
Acha que foi difícil para um monte de espectadores que realmente gostavam do Tommy, embora ele continuasse a ir de bom para mau, de mau para bom, ver ele ir embora?
Ele definitivamente é mal compreendido. Para mim ele é um personagem trágico. Porque, enquanto a sua intenção e coração estão certos, para cada decisão boa que ele faz, ele faz outra ruim. Ou dois ruins. Então, isso é o Tommy em poucas palavras. Ele quer uma família? Ele quer Sam? Sim, absolutamente. Não havia uma única parte de mim como ator que era como, estou realmente puxando um longo, fazendo com que as pessoas se sentissem tristes por Tommy. Mas quando ele entra em seu modo, ele não sabe o que está fazendo. Culpe o Alan Ball que não soube explorar bem o personagem.

A maioria de suas cenas foram com Sam Trammell. Há algum personagem que você gostaria de ter contracenado?
Minha esperança era que o Tommy e Sookie tivessem uma cena juntos. Nós tivemos uma cena juntos, mas isso foi como Tommy/Sam [interpretado por Sam Tramell]. Se Tommy estivesse lá como Tommy e não como Sam, ele estaria batendo nela, cara. Essa seria uma cena da ora, Tommy metendo bofete na Sookie.

Alguma vez você já se sentiu obsessivo sobre as regras de skinwalking? Como, por que às vezes você morre se você anda por aí como outra pessoa?
Eu tinha que desencanar disso, sabe? Eu sempre quis que o Tommy se transformasse em um mosquito e mordesse um vampiro e obter algumas gotas de V nele e lutar contra um lobisomem ou algo assim, eu sempre tive isso na minha imaginação. Mas eu estava tão feliz de fazer parte do show. Não há muitas queixas sobre o meu fim. Muita viagem isso de se transformar em mosquito e beber V, pensou?! HAUHSAUHSUA


Marshall parece ser um cara meio nóia, ele deve dar uns traguinhos de vez em quando... R.I.P Tommy.
Zé Ninguém

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Entrevista de Fiona Shaw sobre Marnie/Antonia

Alan Ball não poderia ter acertado mais na escolha; Fiona Shaw está sensacional no papel da bruxa Marnie/Antonia. Finalmente ela consegue realizar o sonho da Tia Petúnia, ser uma bruxa, e das boas. Ela não poderia estar mais perfeita, as falas, os gestos e as expressões. Cara, isso é que é atriz... E se eu não fosse tão devoto aos vampiros, eu estaria torcendo pra ela com certeza. Vejam o que ela falou sobre o seu papel em True Blood nessa entrevista:

Você era fã dos livros ou da série antes de ingressar nela?
Allan Ball me desencorajou a ler os livros, o que eu não me arrependo. Eu não quero me apegar a coisas que eu não tenho. Mas quando eu comecei a ler os scripts, e o primeiro tinha um monte de latim, e eu soube que teria desafios adiante! (risos) E quando tivemos a primeira leitura e de repente ver todos esses vampiros pessoalmente,  foi surpreendente. Eu tive que me ajustar e me lembrar que eles eram apenas atores. Nan e Pam, são minhas favoritas. Ambas vampiras, ambas acidas. (Aposto que deve ter sido divertido pra ela desconfigurar o rosto de umas das vampiras favoritas dela HAHA)
Você ficou desapontada que não lhe ofereceram um papel de vampira? 
Eu fiquei feliz por não ser uma vampira, mas não tinha pensado nisso antes! E você sabe, eu nunca tinha assistido um programa de vampiros antes. Você acredita? (risos) Então fiquei muito feliz por interpretar uma bruxa. Isso colocou o vocabulário das bruxas numa escala imaginária e deu a mim uma nova perspectiva sobre elas. Eu estive participando dos testes de elenco quando eu olhei para as pessoas numa parada de ônibus no metrô: Quem é vampiro e quem é bruxa? Essa é uma das coisas deliciosas sobre a série. Todos parecem normais no bar do Sam, aí você olha de novo e os descobre com mais dons e mais bagagem. True Blood celebra o fato de que nunca devemos subestimar alguém.  (Fiona já está com Truebloodismo Agudo no estágio 3, essa não tem mais volta)

Você conversou com algumas wiccans ou foi a reuniões de covens para se preparar para o papel? 
Sim, e muito. Eu na verdade passei semanas indo a reuniões e visitando bruxas. Eu gostei da idéia de que alguns covens, se ficam muito grandes, os membros podem mudar ou formar um novo coven e ser como as abelhas, ter enxames em todos os lugares. Rituais podem ser auto moldados. Você pode criar um ritual. Eu vi eles conjurarem os mortos, e foi chocante. Isso tudo tem a ver com as crenças deles, e como eles convocam um membro da familia, e você vê o conforto que traz a essas pessoas.  (Isso aqui no Brasil se chama espiritismo, colega)
Você participou de algum desses rituais? 
Estou ocupada demais tentando fazer contato com os vivos para poder contactar os mortos ( risos). Estou feliz por não fazer isso.
Apesar de Marnie ser a vilã da temporada, ela considera seu atos justificados.
Oh, eles são muito justificados! Ela está apenas prosseguindo, praticando sua religião, e aparece esse assassino dizendo que diz que ela não pode fazê-lo. O que aconteceu com a democracia?
Apesar que, se você vai ter um bandido atrás de você, quem melhor que o Alexander Skarsgard para isso? Você é Team Eric? 
Eu o escolheria de qualquer forma! (risos) Ele é um jovem muito bom. Como Sookie pode escolher entre esses dois vampiros? É complicado demais! (Aposto que nem é tão complicado HAHAHA)

Antônia tem aumentado exponencialmente os poderes de Marnie. Ela já até levitou! O que mais vamos ver seu personagem fazendo? 
Bem a pergunta certa seria, é Antonia dominando Marnie, ou Marnie dominando Antonia? (Huuum, o que ela quis dizer com isso?)
Você quer dizer que o trabalho não é todo de Antonia Gavilán de Logroño?
O que acontece em True Blood é que eles colocam duas idéias em conjunto, e disso uma terceira idéia nasce. Antonia tem um peso do passado, por causa de seu estupro e assassinato. Mas Antonia é a pessoa menos improvável para fazer não-vampiros a fazer algo contra suas vontades, ou ter reféns, ela procura apenas os simpatizantes. Ela apenas possuiu Marnie porque ela implorou por isso. Mas Marnie tem um desejo profundo de fazer sua marca no mundo, porque ela é negligenciada. Quando Antonia se fundiu a Marnie isso trouxe seus poderes latentes. E ter poder teve um grande efeito para seu ego. Toda sua conduta muda, porque como você se comporta sobre si mesma é como você se sente sobre si. (Então a Marnie não está querendo apenas praticar sua religião, o poder subiu a cabeça. Interessante)
Várias mulheres que foram executadas na época de Antonia e não eram bruxas de verdade...
Isso mostra o quão extremo aquela época era, mas a historia da bruxaria é absolutamente a historia dos bodes expiatórios. É uma parte proibida da historia, mas milhões de mulheres foram assassinadas durante a Inquisição, e isso se tornou uma histeria. O jogo de True Blood é sem sentido. As vezes chamamos esses poderes por diferentes nomes, mas é excitante colocar nossos medos em formas. É uma idéia tão inocente saltar fora de nossa pele e galopar em frente! A idéia de que você poderia se comportar temporariamente como cavalo é fantástica. Essa é a mágica da televisão. (É a magia do Alan Ball. O cara é doente)

A mulher é foda ou não é?!
Zé Ninguém
Fonte

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Alexander Skarsgard no Regis and Kelly

Hoje de manha o Skars esteve em um programa de entrevistas em NY, o Regis and Kelly. Dá uma sacada na entrevista onde ele falou sobre True Blood, claro. Sobre a época em que ele esteve na marinha, sobre ficar nu em frente as câmeras e muito mais.


Esse cabelo ta precisando de uma tesoura, né não? A barba já foi embora.

Kelly: Você fica nervoso ao se despir na frente de tantas pessoas?
Alex: Eu sou da Suécia.
Regis: O cara é da Suécia. Ele vive assim.
Alex: Nós não usamos roupas na Suécia.
Kelly: É estranho para você agora vestindo roupas?
Alex: Sim. Você não imagina como estou desconfortável agora.
Quantas fangbangers já estão com as malas prontas pra ir pra Suécia? Hahaha!


O cara nem é alto, magina. E esse óculos John Lennon style?
Zé Ninguém

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Entrevistas de Stephen Moyer e Joe Manganiello

Semana passada o Stephen deu uma entrevista rápida no Jimmy Kimmel Live! Ele fala da Anna Paquin, das crianças que são fãs da série e de seu país natal. Nós somos Team Eric, mas o Stephen parece ser um cara muito legal.


E no dia 25 o lobo Joe Manganiello esteve na Chelsea Lately. Ele fala de como é trabalhar com os lobos de verdade no set, sobre seu novo filme e como os pais deles reagem com a nudez em True Blood.


Zé Ninguém

sábado, 23 de julho de 2011

Entrevistas Pré-Comic Con

Antes do painel, parte do elenco de True Blood deu entrevista a um cara estranho da Comic e Alan Ball, Kristin e Alexander, ao Ausiello. Confiram.


Stephen diz que Bill tá sempre tentando ser o homem bom que deseja ser. Mas, quando tá quase conseguindo , acontece alguma merda que fode a porra toda, afastando-o da Sookie.

A LINDA da Deborah diz que apesar da Jess ser uma vampira, ela é também uma menina de 17 anos que quer aproveitar a vida e a juventude, e que está sendo ótimo retornar a própria adolescência (pra quem não sabe, Deborah tem 26 anos) através de sua personagem.

Alan Ball, quando questionado sobre a maior incidência de nudez masculina nessa temporada, diz que pode colocar mais mulheres nuas, sem problema! E, uma vez que True Blood fala muito dos instintos humanos, nada mais natural do que mostrar sexo, provavelmente nosso lado mais animal.

Alexander Skarsgard: 



Nosso macho mais gostoso, meninas, diz que a Comic é uma loucura. Acabar de sair do convívio da família, e, de repente, se ver no meio de vários fãs apaixonados é bem “wild”. Alex comenta que durante os sete meses de filmagem do show tem pouco contato com o público justamente por estar no set, e que oportunidades como a Comic são ótimas para saber o que os espectadores pensam sobre as relações e papéis sendo desenvolvidos na série.

Ausiello pergunta se Alex se sente interpretando um personagem diferente com essa recente perda de memória, e Alex responde que, por mais que pareça, o Eric da quarta temporada não é um personagem novo, e sim uma parte desconhecida do Eric de sempre. “São esses aspectos dentro de True Blood que me fazem aprender sempre mais com um personagem que já é meu há quatro anos” (cês tão tudo ficando velho). “A história é interessante justamente por essa perda de memória ser temporária e podermos nos perguntar: ‘Será que ele voltará a ser o que era ou esse período o afetou de alguma forma’?”

Alex diz estar ciente da expectativa entre os fãs em relação a Eric e Sookie, mas que a série não pode copiar os livros, ou não haverá surpresa alguma. Eu concordo contigo, querido, mas estamos esperando há QUATRO ANOS por isso. Custa dar umazinha com a Sookie? Alan Ball que pense em nos trollar; eu vou ser a primeira a agitar uma galera pra ir queimar busão lá nos sets de LA. 

Kristin Bauer:



Nesse vídeo aqui, Ausiello começa elogiando as excelentes falas da Pam. Eu nunca tinha parado pra ver uma entrevista dela, e é impressionante como a Kristin é fofa e meiguinha fora da personagem. Ela comenta que está ansiosa pelo episódio 10/11, onde teremos uma cena bem nojentinha acontecendo. E em relação ao maior papel da Pam nos próximos episódios (aliás, o destaque dela só fez aumentar desde a primeira temporada), Kristin declara: “Veremos como Pam se tornará ainda mais forte com o que aconteceu ao seu rosto e ao seu maker. Isso vai trazer seu lado vingativo à tona”.

Quanto à possibilidade dela se apaixonar, a resposta é categórica: “Pam só tem um amor na sua vida, e é o Eric. Gosto muito dessa relação deles e adoraria ver um flashback. Temos algumas pistas do passado dela, como quando ela diz pra Lafayette não chamá-la de hookah, porque isso foi há um muito tempo atrás. O que será que isso quer dizer?”

Agora, a coisa mais fofa do mundo foi ela respondendo “Because he’s my maker...” (4:18 no vídeo) quando Ausiello pergunta o porquê dela ser Team Eric. E o resto do vídeo Kristin passa gaguejando se justificando, falando que ama o Stephen e a Anna e eles são tão fofinhos cute, cute. Ah, e ela também disse que a gente é foda e que é pra todo mundo comentar nos nossos posts.

Alan Ball: 



Alan Ball declara que seu casal favorito é Jess e Jason (soa bem, não?), porque ambos são ótimos personagens, uma vampira e um pantera que, no fundo, ainda são crianças. “Ela, por ter sido criada num ambiente familiar tão opressor, quer agora desfrutar de sua liberdade e percebe que seu relacionamento monogâmico com Hoyt pode ser um empecilho, apesar de existir amor entre eles”.

Agora, fangbangers, o que geral tá comentando é a possibilidade de um ménage (se você não sabe o que é isso, ver Redtube.com) entre Eric, Sookie e Bill. De verdade, era só o que estava faltando pra minha mãe dizer que True Blood é do capeta e enfiar meu notebook num tonel de água benta. Alan Ball diz que Sookie sonha com isso depois de ingerir sangue dos dois vampiros num curto intervalo de tempo, mas que podemos ir tirando o cavalinho da chuva se achamos que veremos os três juntos mandando ver.

Por último, Bolão destaca os personagens que terão mais lados revelados nessa temporada: Jason, Lafa e Pam. Diz ainda que muita gente vai morrer e que definitivamente haverá uma quinta temporada de True Blood.

E eu só digo isso: AMÉM!

Zé Ninguém & Lady Lee

terça-feira, 12 de julho de 2011

TV Guide - Os homens de True Blood

Os homens de True Blood que todas as meninas e meninos (com raras exceções) babam, saíram na revista TV Guide dessa semana. Joe, Stephen e Alexander se reuniram, tiraram fotos e deram entrevista sobre a 4° temporada e a convivência entre eles.


Como é interpretar os personagens de vocês, agora que eles se encontram em circunstâncias tão diferentes nessa temporada?
STEPHEN: Bill teve que deixar a Sookie. Ao fazer isso, ele se tornou não só um homem melhor, mas também um melhor rei. Como ator, está sendo ótimo dar essa luz pra ele.
JOE: Alcide está lutando com a fera que existe dentro dele. Gosto dos momentos nos quais esse monstro que ele tanto teme também é o lugar onde mora sua força.
ALEX: Eu adoro a vulnerabilidade do Eric. Mas isso é complicado, porque, apesar de ele não saber quem ele é, não posso interpretar isso de forma vazia. Não posso cortar as bolas dele fora. Além disso, existe sua luta interior. Se o feitiço for desfeito, ele vai descobrir tudo o que fez e quem ele realmente é, e essa possibilidade o assusta. Ele meio que está feliz vivendo nessa casinha com a Sookie.
STEPHEN: Eric e Sookie são o ponto alto dessa temporada. O melhor material da série é o deles.
Os fãs vão finalmente vê-los juntos! Tem sido estranho pra você, Setephen, já que a Anna é sua esposa?
STEPHEN: Isso poderia ter sido muito estranho, mas tudo se resume a ser profissional. E todos nós gostamos uns dos outros. É mais complicado para a Anna, porque ela precisa mostrar emoção com uma pessoa diferente.
ALEX: Se fosse estranho para a gente, isso afeitaria toda equipe. Eles nos veem tão relaxados um com o outro e [a diferença] é tão óbvia quando a câmera está rodando e quando não está, sabe? E a Anna é incrível. Ela é uma atriz muito generosa, muito profissional. Na verdade, nós filmamos uma cena na outra noite, e é uma dessas cenas que...
STEPHEN: Que as pessoas vão ficar comentando!


Como a Anna é quando as câmeras não estão rodando?
STEPHEN: Ela é implacável ao zuar as pessoas, e ela espera o mesmo de volta.
JOE: Eu passei grande parte da última temporada usando o que ela costumava chamar de “O Grande Macacão do Grande Joe". Então, ela e a Rutina criaram o hábito de aparecer dançando e cantando uma música toda vez que eu usava o “Grande Macacão”.
ALEX: [Cantando] Joe e seu grande macacão...
Joe, aconteceu alguma iniciação quando você entrou na terceira temporada?
JOE: O cara novato em uma série pode se sentir meio “excluído”. Pode haver conflito de egos e coisas do tipo. Mas a Anna foi completamente amigável e acolhedora. Mesmo assim, os caras não deixavam eu fazer contato visual.
STEPHEN: Eu o faço ficar de joelhos para podermos conversar olho-no-olho.
JOE: A acho que a iniciação aconteceu quando eu tive de usar a "meia" ["meia" é como eles chamam o tapa-sexo utilizado em cena].
ALEX: Eu que coloquei a meia nele. Alguém tinha de mostrá-lo como se faz, sabe?

Isso parece romântico.
JOE: Alex e eu filmamos no dia dos namorados. Havia um animal envolvido.
ALEX: E uma boa quantidade de água.
JOE: Água, um animal, muita nudez e muita gritaria.
Os fãs devem esperar algo diferente no territorio sexual dessa temporada?
JOE: Nesse ano, fizemos sexo entre lobisomens pela primeira vez..
STEPHEN: É bem interessante. Há diferentes maneiras de... Um, certo, eu vou parar por aqui.
Vocês muitas vezes precisam ficar sem roupa. Quem se exercita mais?
STEPHEN: O Joe é insano.
JOE: Sim, eu malho duas vezes por dia, seis dias por semana. E como constantemente.
STEPHEN: Eu malho três vezes por semana. Não quero assistir à série daqui a vinte anos, me ver e pensar "Quem é aquele branquelo flácido?"
ALEX: Eu malho três vezes por semana, também. Quanto ao Joe, o negócio dele é o peitoral. Ele consegue fazer o dele dançar.
JOE: Teve uma vez na qual o Alex nem conseguia me olhar nos olhos. Eu tinha que ficar falando "Aqui em cima, Alex. Em cima".

Huummm... Boiola! Sei não, mas esse pessoal que não sai da academia e ama o próprio corpo mais do que tudo acaba desenvolvendo tendências mei gueis. Nada contra, mas o lobão pode ser uma cadelinha enrustida.

(Lady) Homem que é homem quer foder, comer e beber... Não necessariamente nessa ordem. Mas tá pouco se fodendo pra flacidez ou pro panceps. Assim sendo, tio Stephen tem se revelado o mais másculo por enquanto. E, porra, Alex, stalkeando o Joe? Cês já foram mais alfas, viu? Ah, pra porra, homem é artigo de luxo mesmo, hoje em dia

Zé Ninguém
Fonte 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Anna Paquin na V Magazine

Nossa telepata favorita vestiu um Marc Jacobs e uma peruca loiríssima pra ser fotografada pra edição de julho da V magazine.


Anna comentou algumas coisas interessantes, como sua bissexualidade: “Francamente, ninguém nunca me perguntou antes... Existe muito preconceito quanto a isso, mas quanto mais se fala no assunto, menos diferente ele se torna. Quem as pessoas escolhem pra dormir – ou dividir suas vidas – não deveria importar tanto. Não que alguém em especial ligue pra quem eu me sinto atraída.”



As cenas calientes com o marido: “Isso de simular sexo com o seu marido com outras pessoas assistindo deveria ser esquisito, mas nem é. Quando você faz uma cena dessas com alguém que realmente ama, não precisa ficar se preocupando com os limites, onde toca ou deixa de tocar a pessoa”.


Os fãs do Moyer: “Provavelmente há alguma coisa errada comigo, mas eu acho divertido esse monte de gente bajulando meu marido. As pessoas não tentam nada inapropriado, só podem um abraço... ou uma mordida”.



Diva, não?


Lady ;*

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Entrevista com Bolão

Hey, gente! Sentiram minha falta? É, estive numa época meio dark da vida e totalmente sem tempo nem de me coçar, que dirá postar no blog. Mas voltando ao ritmo de antes temos hoje uma entrevista do nosso chato estraga prazeres favorito: Alan Ball, senhoras e senhores!




Criar cliff hangers ainda é uma obrigação das séries? O final da terceira temporada foi algo muito bem planejado ou vocês meio que tropeçaram nele? 

Não foi intencional, aconteceu organicamente. Sempre que criamos histórias busco algo que gosto de chamar de “what the fuck moment/momento PQP!” (ou momento “Porra, True Blood!”), onde basicamente quem está olhando pensa: “PQP!”, e sinto que todo episódio precisa de pelo menos um desses, ou não é um episódio digno e fica fácil deixar o espectador indeciso sobre ter gostado, ou não. Então, acho que nosso trabalho como roteiristas é tentar fazer um episódio “PQP!”, com uma base emocional, e dentro do arco da história e da mitologia daquele mundo. Especialmente agora, que o programa continua a crescer, sinto que quando trabalho com os roteiristas, não é suficiente alguém ter uma conversa sincera sobre como ele se sente, eu preciso ver algumas cabeças rolarem.

Bolão, meu querido, meus momentos WTF com True Blood acontecem de 5 em 5 minutos. Tu deve fumar um orégano legal antes de imaginar umas coisas aí, porque olha...

Reinventar a série a cada temporada é uma preocupação fundamental?

Acho que tentamos não nos repetir. Tentamos muito. Usamos os livros como uma base para o programa, mas os acontecimentos se distanciam especialmente entre os vampiros literários e nossas modificações (e coooomo se distanciam!). Os livros estão centrados em Sookie, contam a história dela. Então, quando ela sai de Bon Temps e ela vai a algum lugar, e ela tem uma história. Nos livros, não vemos Jason, não vemos Sam –precisamos continuar a história e contar quem são eles. Eu não tenho um plano, eu simplesmente tento descobrir qual história que é mais atraente, e com sorte, ela funciona.

A TV é limitadora ou libertadora?

Não sei, quer dizer, podemos contar praticamente qualquer história que der na telha. Contanto que não seja pornográfico; essa é fronteira que ainda não foi ultrapassada. O grande limite é um reality show no qual, se você perder, você morre. E pelos reality shows que tenho visto, não seria nada mal se algumas daquelas pessoas morressem ao vivo [risos]. Se a Bachelorette escolhesse alguém em quem ela fosse atirar toda semana, pode apostar que eu seria o primeiro a assistir! [risos]

Eunumintindioquelefalô.

Como você separa pornografia do apelo sexual de True Blood?

Pornografia tem a ver com exploração dos corpos. Arte tem a ver com almas. (Uhum, inventaram outro nome pra pinto e periquita e não me contaram. Agora se chama “almas”) Não estou dizendo que True Blood seja um trabalho de arte, mas estou dizendo que não tem a ver com os corpos, tem a ver com relacionamentos. Parte do que adorei nos livros foi a mistura tão boa de horror, romance, drama, comédia e sexo em Bom Temps. Vampiros são basicamente uma metáfora para o sexo: há penetração, fluidos corporais; uma metáfora extremamente erótica, aliás. E há bastante sexo nos livros da Charlaine Harris. Acho as vidas sexuais dos personagens interessantes, aprende-se muito sobre a psique e alma de uma pessoa através do sexo. Senti que era uma parte muito orgânica e central daquele mundo e tinha que estar lá. Jason é sexualmente compulsivo, porque ele é um menininho traumatizado, e esta é uma história clássica, mas para ter um personagem que é sexualmente compulsivo, é preciso mostrar o sexo, senão, não faz sentido, né? E isso que é interessante nele, que essa é maior fonte de auto-estima para ele.

Ou seja, enrolou, enrolou e não falou o principal: True Blood é uma grande orgia que passa todo domingo à noite, convenhamos.


Balancear o sexo foi algo complicado ou ocorreu naturalmente?

O sexo faz parte dos personagens e de suas vidas emocionais, além de ser parte do apelo da série. Pense bem, Sookie era virgem quando a serie começou e porque não podia fazer sexo? Pois podia ouvir os pensamentos do parceiro. Então o sexo entre ela e Bill foi uma grande parte da historia dela, uma parte importante de seu emocional; novamente, Jason é sexualmente compulsivo, então o sexo terá um papel importante na historia dele. Vampiros são criaturas que são o sexo, basicamente. E parte do que me atraiu no fato da serie se passar numa cidadezinha sulista – e eu sou de uma cidadezinha sulista -, quando se tem aquele puritanismo característico de uma cidade pequena, o sexo acaba tendo uma ênfase muito maior – os americanos não conseguem relaxar quando o assunto é sexo.

Ninguém relaxa com sexo. Aloka, nós adoramos, Bolão.

É por causa desse “teor incômodo” que True Blood precisa ser mais visceral que, digamos, Crepúsculo?

As fãs Crepúsculo são garotas de 13 anos de idade. Acho que se garotas de 13 anos que assistem Crepúsculo e o tipo de sexo que acontece lá, fossem ver True Blood e o tipo de sexo que há em True Blood, seria traumatizante (ou iam gostar, porque cês sabem que é um fogo na calcinha que pelamor...). Não, True Blood é para um público diferente, True Blood é para adultos. Ponto.

Quando os vampiros deixaram de ser criaturas monstruosas e se transformaram em seres românticos, e adorados? (Hellooo, entrevistador! Desde Drácula, deixa eu te atualizar ¬¬)

Bom, muita gente acha que começou com “Dark Shadows” [novela dos anos 60 que será levada aos cinemas por Johnny Depp]. Certamente, houve os livros da Anne Rice e a produção de Drácula com Frank Langella na Broadway, nos anos 70. Acho que houve um ponto em que eles se tornaram heróis românticos, “vampiros relutantes”.

Como manter o suspense se o material base é tão difundido e avançado em relação ao seriado?

Não posso me preocupar com isso, preciso criar um programa e presumir que as pessoas o estão vendo pela primeira vez. Também fazemos algumas mudanças, então não é exatamente igual ao que acontece nos livros (Definitivamente, NÃO É IGUAL). É muito mais fácil, de várias maneiras. O trabalho pesado foi feito. Mas é mais difícil porque não podemos seguir qualquer caminho, porque precisamos permanecer fiéis, até certo ponto, ao mundo dos livros, pois a maioria dos fãs dos livros são fãs do programa.

E isso te libertou para poder fazer as alterações que quisesse? Como, por exemplo, a etnia de Tara e a expansão de Lafayette.

Sim, decidi que Tara seria afro-americana, porque afinal se estamos falando de Louisiana, como não teríamos uma negra? E eu achei que seria mais interessante se Sookie e Tara tivessem essa relação de irmãs, um pouco excluídas do resto da população e não fossem da mesma cor. Sobre Lafayette, na primeira cena que filmei com Nelson, eu sabia que não poderia matar o personagem, ele é fantástico demais. Todo mundo acaba querendo ver Lafayette se dar bem, e a partir do momento que você começa a entendê-lo, pois há uma barreira enorme em vvolta dele, ele se prostituiu, era um traficante, as coisas mudam. Tudo isso me diz que essa pessoa tem medo de intimidade, então incluímos uma pessoa que o force a ter essa intimidade, e foi aí que Jesus apareceu – e essa história não terminou.

Sua orientação sexual afetou a abordagem do programa? Fez com que True Blood fosse mais liberal e sensível ao homossexualismo? Houve tentativa de censura? (Indiscreto, o entrevistador? Nããão, magiiina!)

Não sou fã da censura. Cresci sendo gay (ui), então o mundo dos privilegiados caucasianos, heterossexuais, não é o mundo em que eu vivo. Certamente tenho sido mais sensível aos de fora (outsiders). Definitivamente, acho que me influencia, acho que sou mais sensível na abordagem. Lafayette é gay, mas também vemos mais sobre quem ele é, porque pra mim ser apenas gay não é suficiente pra um personagem, não é tão interessante.

Quando o 3D vai chegar à produção de TV? (Já falamos disso aqui no blog, galerinha)

Adoro o fato de A Origem tenha sido um sucesso sem ser lançado em 3D. A HBO quer fazer uma experiência com 3D, e eu fui abordado sobre isso. A minha impressão é de que, para fazer no programa, teríamos de filmar das duas maneiras, e ter uma versão 3D, e uma versão não-3D, e eu acho que é demais, já é difícil fazer o seriado do jeito que fazemos hoje. Pessoalmente, acho que 3D é interessante, mas é apenas um efeito, entende? Quer dizer, adorei Avatar em 3D, mas no fim, não achei que foi mais como ir a um parque de diversões, não parecia que tinha ido ao cinema. Foi divertido, mas depois você não pensa muito nele. Quase todas as televisões que são produzidas hoje têm um cabo 3D, mas não sei, eu tenho certeza de que se há possibilidade de se fazer dinheiro com isso, então acontecerá.

Quem quer ver Eric pelado em 3D levanta a mão! o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/

Por que tantos não americanos no elenco?

Não é intencional. Respondo a atores que são treinados, que tenham técnica, que saibam como ler a cena. Muitos atores americanos são muito atraentes e carismáticos, mas não tem técnica. Quando se faz um filme e tem 2 ou 3 páginas de roteiro, dá para filmar tomada após tomada, e juntá-las para conseguir uma performance. Nós não podemos nos dar a esse luxo, temos que filmar sete páginas por dia. Então, preciso de pessoas que possam entregar uma boa performance, que saibam como atuar na cena logo de cara. O elenco de True Blood trouxe muitas coisas interessantes aos seus personagens.

Quais os critérios para escolher James Frain [Franklin] e Joe Manganiello [Alcide]?

Esquisito e gostoso, respectivamente. Ponto. Tá, tá... Vou deixar o Alan Ball falar. u_u

Já tínhamos testado muitas pessoas e eu estava ficando com medo. Então, o James apareceu e leu o texto com sotaque americano, e eu disse “não se preocupe com o sotaque, apenas seja você mesmo” e ele leu. Foi elétrico! E foi isso. Alcide era possivelmente o novo cara romântico da série. Na verdade, Joe veio fazer um teste para o papel de Cooter, e eu me lembro de dizer que tinha que ser Alcide. Precisávamos de alguém que fosse gostoso, bonito, mas que também fosse decente, que tivesse esse heroísmo relutante, ele trouxe isso ao personagem.

Como anda a quarta temporada?

Começamos a filmar agora em novembro. A première acontecerá em junho.

Descobriu a pólvora. ¬¬

Como você vê o vampiro ideal? É o de True Blood? 

Não sei o que um vampiro deve ser, não sei o que é isso. No fim, é tudo faz de conta. Não sei como responder a isso, porque não acho que há algo definitivo no que um vampiro deve ser. Antes dos anos 70, antes do personagem de “Dark Shadows” no final dos anos 60, eles eram monstros, havia sempre um outro cara que estava lá para resgatar a garota. Depois, o vampiro se tornou o herói romântico e tudo mudou.

Vampiro ideal?  Loiro, alto e viking. Sem mais.

Lady ;*