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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Review do episódio 5x08 - Somebody That I Used To Know

É, fangbangers, tio Stephen Moyer realmente soube como conduzir um puta de um episódio; pra quem não sabe, foi ele o responsável pela direção do 5x08, um daqueles poucos episódios em que todos os núcleos tem algo de interessante pra oferecer.


Mas se eu devo nomear uma coisinha meio nonsense, essa coisinha é o Jason tentando dissuadir Sookie de se livrar dos seus poderes. Porra, se eu quero fazer alguma coisa, não é o meu irmão de mimimi no meu ouvido que vai me fazer mudar de ideia. Além disso, ela não sabe mesmo o que quer da vida se precisou de tão pouco pra fazê-la permanecer como fada.


Bom, e falando em fadas, vamos todos pro meio do mato fazer uma roda hippie de regressão e ver o momento exato da morte dos pais da Sookie. Eu esqueço como a vida ficar mais fáil com super poderes. Enfim, fiquei frustradíssima com o fato do casal Stackhouse ter sido morto por um vampiro random. Seria tão mais legal se fosse Bill ou Eric, ou mesmo outro que nós conhecêssemos. Quem é esse Warlow? Não sabemos nada dele além do fato de que o cabra tem voz de trem-fantasma. E se “smells so good in here” (morri com a cara da Sookie nessa hora), por que ele não atacou a Claudine ali do lado de fora do carro, uma fada feita e, imagino eu, bem mais cheirosa do que um pedacinho de band-aid?


Agora, por ter acessado essa memória, Sookie tá ligada ao tal vampiro? E como um vampiro consegue se materializar no banheiro dela por meio de uma nuvenzinha ectoplásmica? Ele deve ser diferente dos vampiros que já conhecemos, ou então bem poderoso. Mas se ele é tão poderoso assim, o que esse manolo estava fazendo na roça de Bon Temps quando matou os pais da Sookie? Eita, acho que levantei questões demais e vou acabar explodindo a cabeça de todo mundo.


Eu achei bem feito o que aconteceu com a Jessica. Ok, nós gostamos dela, mas convenhamos que a mocinha tava se achando demais nessa temporada. Nada como um membro fanático de um grupo de ódio pra nos mostrar que não somos essa coca-cola toda que imaginávamos. Mas o Hoyt não teve coragem de dar um tiro nela, obviamente, e me pergunto se as coisas sucederam dessa forma porque ele a ama, porque ela é uma personagem muito legal na série ou porque Bill, maker dela, dirigiu esse episódio. Meu palpite é o de que o casal apaixonado volte a ficar junto, ou eles não falariam tanto nisso aí. Nesse ponto, True Blood é igual a novela da Globo: começa com aquele casal carismático que depois se separa e a trama gira toda em volta da possibilidade deles ficarem juntos de novo. É o que acontece com Hoyt e Jessica e, verdade seja dita, Sookie e Bill.


E só mesmo no fantástico mundo de Sookie pra um xerife chegar num galpão com um cara morto e uma vampira e simplesmente não fazer perguntas sobre o ocorrido, não chamar reforços nem nada. Tá tudo em casa mesmo, né? Imagino a festa de Natal dessa galera no Merlotte’s...


E falando no Andy, lembrei do Sam e da Luna... Gente, quisso? Então ela ficou com raiva e, boom, se transformou no namorado? Deve haver alguma explicação boa vindo por aí, mas, até lá, Sam rebolando de voz fininha e bundinha de fora fez o meu dia.


Tô adorando o quão elevada está sendo a moral do Eric nessa temporada. Ele, de vilão bad boy lá em 2008, se tornou o defensor dos bons costumes. Se isso não for uma jogadinha política do Bill, quer dizer, se ele realmente não quiser explodir as fábricas de Tru Blood, então Eric é, entre essa gente, o único que vale alguma coisa. O que ele tá sentindo, entretanto, me parece ser só um cagaço enorme de que alguma merda foda aconteça caso os vampiros venham a tiranizar e tocar o terror no mundo.


Apesar de tudo, acho os exageros da Autoridade um barato; as risadas, o sangue, toda a diversão e iminência de poder... O que sempre me incomodou, no entanto, é o fato deles ficarem todos lambrecados de sangue depois das refeições. Puta clichê, não? Eu só quero saber o que Eric vai arrumar sozinho com toda essa galera aí enlouquecida.


E Alcide salvou a pátria pra quem, assim como eu, já tava sentindo falta da putaria da série. Outra coisa que entra na categoria de coisas clichê da série são os rosnados dos lobisomens. Porra, nem um pouco sexy os barulhos que ele fazia lá com a loba gostosona, e muito menos sexy ainda o pulão que ele deu em cima da cama. Ok, Alcide, tu é gato, mas esse tipo de coisa faz a mulherada broxar. Alguém concorda ou sou a única louca que acredita que um homem daquele consegue não ser totalmente hot?

E o lance do packmaster tá sendo encheção de linguiça. É claro que Alcide não deixaria o menino ser pego pelos lobisomens maus porque, ora essa, ele tá do lado dos bonzinhos da série, é um herói e mimimi. Mas, até que Russell entre nessa história aí, tá tudo muito chato, por enquanto.


Pago o maior pau pra relação da Pam com a Tara, uma tá começando a gostar de verdade da outra. Sem contar que elas estavam lindas no último episódio; aliás, a Pam poderia dar uns conselhos de moda pra Rutina antes das premieres e eventos no red carpet. Just saying.


E eu sabia que a maravilhosíssima ideia de Holly e Arlene ia dar merda. Lafa já virou empreguete do mundo espiritual, volta e meia o povo toma o corpo dele pra dar algum recado ou tratar de alguma pendência. A questão é que nosso amigo é um tanto, hum, digamos, sem jeito pra se relacionar com público em geral e soltou ali na frente de todo mundo que um tinha que matar o outro. Agora, essa dona aí do Iraque não é muito da exigente? Custava ela aceitar meia dúzia de galinha preta e um prato de farofa em troca do cancelamento da maldição? Te contar, neguinho quando quer atrapalhar, atrapalha.


Tô pra dizer que esse vai ser um dos melhores finais de temporada ever, porque tem muita coisa legal acontecendo. Que Godric e até Lilith permitam que a qualidade se mantenha assim até o episódio 12. Waiting sucks, meus queridos.

Lady ;*

terça-feira, 31 de julho de 2012

Promo do episódio 5x09 - "Everybody Wants to Rule the World"

Gente, que fogo no puteiro é esse, hein? Finalmente vampiros sendo vampiros, deixando Drácula orgulhoso, praise Lilith!


Eu não sei se Bill realmente foi pro lado negro da força ou isso é só mais um joguinho político do rei da Louisiana. De qualquer forma, tô adorando ver o Eric mocinho e ele vilão, é o que todos os fãs dos livros queriam testemunhar.  E ele tá me saindo um belo de um comedor; pelo vídeo, parece que ele pegou a Salome (de novo) e a Sookie, que não larga esse osso de jeito nenhum.

O cabeludão que morde a garota no Fangtasia, será que é o tal vampiros que matou o casal Stackhouse? Hein, hein? Meu mal é esse, querer adivinhar as paradas logo no primeiro palpite, tô pior do que o Google com sugestões de pesquisa.

Os lobisomens são mesmo umas putas, né? Abanam o rabinho pra qualquer vampiro que chegue lá oferecendo proteção. Mas tudo bem que não foi qualquer vampiro, foi o meu lindo do Russell.

Eu acho que vai começar uma super guerra, e vai ser tipo Power Rangers, sabe como? Eric, Pam, Tara e mais meia dúzia tendo que defender o mundo (e a Sookie) da ira dos vampiros em ascensão.

Uhul, que comece o banho de sangue!

Lembrando, fangbangers, que o review do último episódio estará disponível no blog amanhã.

Lady ;*

terça-feira, 24 de julho de 2012

Review Episódio 5x07 - In The Beginning

Episódios enormes: me gusta.

 

 Hoyt já foi influenciado por todo mundo na série, desde o Jason até a mãe dele, e agora, por estar mais frágil do que nunca, vai dizer amém pra tudo o que os novos amiguinhos lhe falarem. É claro, meu querido, que você estava sob influência da Jessica, e isso tem um nome: estar apaixonado. Eu terminei alguns relacionamentos bem mal, mas nem por isso quero sair por aí dando tiros nos meus ex (ok, talvez eu queira). Ela não presta porque é uma vampira ou porque cansou de tu ser tão frouxo?


Eu acho essa Martha com uma cara de cachaceira... Enfim, meu palpite é de que aquele lance nos livros da Sookie amiga do bando pode se repetir na série. Na competição pra escolher o packmaster, JD realmente tomava V e ela era chamada pra ler a mente do povo e dizer se tinha mesmo doping envolvido. Acho que só pra não dizer que eles estão cagando pros livros da Charlaine Harris, talvez coloquem isso na série.


E, apesar do Cidão não ter perdido tempo pra dar uns pegas na bitch nova que apareceu, cadê a putaria dessa série, minha gente? Cadê o True Blood moleque, o True Blood de raiz com gente trepando a cada cinco minutos? Tá na hora de resgatar isso aí, negada, uma das marcas registradas do show.


Agora, o vídeo do casamento da Arlene foi mais triste até do que a morte do Godric. Eu já estava toda compadecida da situação do casal, mas no casamento, além da felicidade dos dois, a gente vê a galera toda junta: Jesus e Lafa, Hoyt e Jessica... E eu lembro que a série um dia vai acabar, o que me deixa muito sensivelzinha e mimimi. E o legal dessa cena também foi como ela ficou natural; aquilo ali realmente poderia ser uma filmagem de casamento. O comentário do Sam sobre o bar wins.


À cena do Lafa entrando na casa do avô do Jesus eu assisti trancadinha aqui, pronta pra levar um susto a qualquer segundo. O que deveras me intriga, senhores, é o fato de um cozinheiro de bar ter grana pra ir ali ao México a hora que bem entende pra recuperar a cabeça costurada do namorado morto. Esse velho é um filha da puta, e essa mulher grávida dele não tá esperando exatamente um bebê fofinho, como já deve ter dado pra supor, a não ser que ela tenha gestação de elefante que dura um milhão de anos. O meu palpite é o de que ela seja uma dessas xamãs boazinhas ou algo do tipo, e que vá ajudar o Lafa a se livrar do lado evil do dom dele e libertar o espírito de Jesus.


Gostei da conversa de Sookie e Sam no hospital, levantou mesmo uma questão interessante: se você pudesse, escolheria abrir mão de ser quem é para simplesmente não ser alvo de um grupo de ódio, por mais que o ódio continue existindo contra essas pessoas diferentes? É uma escolha mais altruísta do que parece, já que, escolhendo a “normalidade”, você deixa de submeter as pessoas que te amam a todo o perigo e toda a indisposição provenientes da ligação entre vocês. E não interessa se estamos falando de metamorfos sendo atacados em Bon Temps ou gays levando porrada de lâmpada na cabeça na Paulista, o sentimento de intolerância é um só.

Por outro lado, concordo com o que um dos atiradores de vampiros disse no início do episódio, “O mundo está de cabeça pra baixo, e fazem parecer que é um crime ser um ser humano normal”. Nada justifica violência, é claro, mas vocês já repararam que qualquer pessoa que defenda uma ideia diferente da militância homossexual, por exemplo, é acusada de ser homofóbica? Então essa intolerância aí não é unilateral; falta respeito também naqueles que não entendem que nem todo mundo quer ir pra parada gay. E em relação à religião também, às vezes eu sinto como se fossem me atirar pedras por eu manter minha religião numa sociedade cada vez mais ateísta. Entenderam meu ponto?

Bom, e falando em intolerância, preconceito e comentários bombásticos, what the porra foi aquela que o comandante ou whatever do Terry disse? “Suicídio é pra muçulmanos, e você é melhor do que isso”. Gente, não é esse o tipo de comentário que dá muita merda fazer? Eu sinceramente acho que o redator dessa fala aí não pensou muito no que ele tava fazendo, não.


Pam tá uma fofíssima com a Tara, achei isso demais. E nem acredito que seja um lance romântico rolando entre elas, não, parece mesmo um sentimento maternal. Realmente, por pior que seja ter sido transformada além da sua vontade e tudo o mais, é bem melhor ter a Pam como mãe do que a Rita Mae, né, convenhamos. E esse núcleo Fangtasia da série só me dá mais saudade ainda do Eric lá com a Pam. Cara, eles tem que voltar a ficar juntos, o próprio Skars disse na Comic que quer a Pam de volta pro Eric e que não vai aguentar passar outra temporada longe dela, não. Olha que coisa magifofa, gente?


E outro momento dafuq foi a Jessica doida mordendo o Jason e o Jason mais doido ainda dando um tiro na cabeça dela. Eu acho que a galera toda tá muito estressada, precisando fumar um cachimbinho da paz e ser feliz. Porque é gente matando vampiro, é vampiro matando gente, é metamorfo levando tiro, é nego costurando a boca dozotro, é monstro de fumaça rindo dos manolo... Porra, assim fica difícil.


Agora, se sangue de fada deixa os vampiros bêbados, sangue da Lilith deixa a galera loca loca loca trabalhada no ácido. Gente, que viagem doida foi aquela? De repente todo mundo, com o cu trancado de medo de se rebelar contra Salome e Russell, toma um sangue de 893423984 mil anos, entra na maior onda psicodélica e sai pelas ruas atacando humanos “indefesos”.


Steve tava ali no meio que nem poodle em churrasco, esperando cair uma migalhinha no chão pra ele. Nora é uma maluquinha, coitada; e o Kibwe tava mesmo só esperando a oportunidade pra botar as presinhas de fora e sair tocando o terror, porque aquele ali nunca me enganou, não. Eu gostava do Dieter, assim como gostava do Roman, e acho que uma guerra entre vampiros e humanos, que é o que a temporada promete, seria muito mais interessante com a presença dos dois. Mas, ok, eles que são brancos que se entendam nisso aí.


O interessante também é ver como Eric e Bill, que na primeira temporada eram super misteriosos e tão, sei lá, vampíricos, se tornaram os bons moços de agora, defendendo de verdade os humanos da crescente ira dos vampiros mais poderosos. Eu acho uma puta de uma coragem levantar a voz no meio daquela galera pra dizer que acreditam na coexistência pacífica das espécies; fala sério, sabemos que duas espécies simplesmente não convivem pacificamente. Essa suposta paz já tem durado muito tempo, é hora dos vampiros despirocarem e saírem fazendo merda. Já pensaram que, em todo esse tempo de série, nós nunca os vimos sendo realmente tiranos? Só muito darks e tudo mais, mas foram raras as vezes em que eles atacaram humanos (sem o consentimento desses) pelo simples prazer de se alimentar. Eu queria mesmo ver um vampire apocalypse nessa temporada, com cenas dos vampiros escrotizando ao redor do mundo e geral se desesperando, mas duvido muito que eles façam algo em grandes proporções. Mas eu adoraria, adoraria muito.


Já que estamos na iminência de uma guerra mundial, e eu tenho minhas dúvidas sobre uma simples aparição do Godric conseguir impedir isso, encerro esse review com o vídeo épico do discurso épico do rei vampiro mais épico que já existiu.


Vida longa ao rei e que venha “Somebody That I Used To Know”.


Lady ;*

Feliz aniversário, Anninha!

Anna Paquin está completando 30 aninhos hoje, fangbangers! Por mais que muitos de nós tenham tido seus problemas com Sookie Stackhouse, queremos aproveitar a data especial para agradecer publicamente à atriz que, sem sombra de dúvida, faz de True Blood o sucesso que a série é.

Que ela passe muito linda e loira pela crise dos 30 e que os babies vampirinhos que ela e Stephen esperam cheguem cheios de saúde. We love you, gatinha!

Tudo de bom procê, if you know what I mean...


Dica de post pelo nosso leitor (ou leitora), Drew.
Lady ;*

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Seria Paulo André o Alexander Skarsgard brasileiro?


O moço bonito (valeu Gabriela) das fotos é Paulo André, zagueiro do Corinthians. Eu odeio futebol, mas ele quase me convence a virar corinthiana porque eu o acho o Alex cuspido e escarrado.

Ok, não é tãão igual, mas eu ia fácil muito parecido.




Zé acha que eu sou louca e que não tem nada a ver; mas, sério, tô tendo alucinações tão fortes assim? E ele também é quase tão alto quanto: 1,88m.

Hehehe... Eu não vou comentar nada. Deve ser meu período fértil chegando.

O que eu quero dizer é que na falta de produto importado, o nacional serve. Serve muito bem, ulalá.


Sério, gente, Zé vai me zoar forever se ninguém concordar comigo; por favor, não me deixem sozinha nessa.

E pra quem, assim como eu, tá apaixonada pelo Paulinho, aqui vai um vídeo dele no Agora É Tarde.




Bonito, inteligente e jogador de futebol... É, vai entender.

Lembrando que o review do último episódio sai amanhã, everybody o/


Lady ;*

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Review do episódio 5x06 - "Hopeless"


Eu sei que o episódio nem foi lá essas coisas, mas eu curti.

Adorei a briga das meninas no Fangtasia, que acabou se tornando um bar de vampiros totalmente feminino. As três estavam um arraso de lindas e, Pam, minha filha, que cabelo é esse? Não sei pra quê eu pago mais pau: pra atuação impecável do Danis O’Hare como nosso querido Russell ou pro penteado feat. maquiagem feat. figurino perfeitos da Pam. Linda, linda, linda! E é claro que o tom autoritário de maker cai muito bem nela quando se mete ali pra controlar a Tara e dar um sossega leão na Jessica.


Quero saber quem mais achou SEXY PRA CACETE Eric e Alcide naquele momento lobão sem camisa e vampiro de olhar penetrante? E nem venham me julgar por isso; homens adoram ver mulheres se agarrando, mas eu não posso expressar meu orgulho hetero e ficar feliz por uma cena com os dois bonitões da série juntos? Ah, mas posso. E aquela cena foi, no mínimo, de encharcar calcinha.


Agora, só em True Blood mesmo pra nego baleado nas costas e barriga estar se debatendo daquele jeito na maca do hospital, como quem vai pra uma micareta. E quem diabos pode estar querendo dar cabo dos chatos dos metamorfos? Juro que não tenho nada a ver com isso, seu polícia. u_u

Hoyt, seu ridículo! Não é possível isso! Meninas, vocês hão de concordar comigo: a única coisa pior do que um bonzinho meloso querendo te pegar é um bonzinho meloso pagando de bad boy pra te pegar depois de perceber que tu curte caras mais hardcore. Hoyt vai é acabar sequinho da silva, drenado, antes de parecer gostoso. Sinto muito, novinho.











Quem mais suspeita de que Bill ou Eric mataram os pais da Sookie e agora, por isso, são assim tão comprometidos com ela? Lembram, na terceira temporada, quando Eric dizia pra Sookie que devia alguma coisa a ela? E se for justamente isso? Porque é claro que esse vampiro misterioso assassino do casal Stackhouse é alguém que já conhecemos, e seria previsível demais ser o Russell. Especulações à parte, imaginem o fogo no puteiro que não vai ser se for o Eric ou o Bill, realmente.

Eu adoro o Lafa e isso não é novidade pra ninguém, mas a senhora mãe dele também dá um show, né? Choreeei de rir com “Jesus loves little faggots!”. 
















E legal também isso de não sabermos se ela se referia a Jesus, o enfermeiro ou Jesus, o Filho de Deus. A questão é que eu acho que essa parte de bruxaria e espíritos vai ficar beeem pesada. Como eu disse em outro review, acho que a galera tá meio que pesando a mão na interação com o sobrenatural, a parada tá muito dark. Mas, há um tempo atrás (bem uns dois anos) eu li que True Blood também teria todo esse lance de comunicação com os mortos, espíritos e etc. Se for isso mesmo, é assunto que merece uma temporada inteira pra ser discutido se quisermos que a coisa renda. Posso estar enganada, mas acho que os produtores vão continuar comendo pelas beiradas e deixar esse bagulho aí pra sexta temporada. Agora, já que os mortos vão ser convidados pra festinha, não me surpreenderia nem um pouco se, de repente, Rick, Lori e toda a galera de The Walking Dead aparecessem de refugiados em Bon Temps.

Sempre tem uma cachorra metida à gostosona, né? Agora é essa mais nova amiguinha do Alcide que se ofereceu de vice dele. Ai, gente, sério? Eu acho esse tipo de personagem tão batida... A bonitona inteligente e de personalidade forte e destemida que se coloca ao lado da justiça e não teme a ninguém. Fala sério, é só mais uma gostosa na série, nada mais.

Não vou falar do ifrit; o ifrit terá tantos parágrafos quanto quiser no review correspondente ao episódio em que ele realmente fizer diferença. Poupar-vos-ei dos mimimis de Terry e Arlene, apesar de eu ter achado tristinha a separação obrigatória do casal.

Eu acho as fadas todas umas loucas trabalhadas no LSD e no chá de fita. Quem leu os livros esperava um Claude MUITO mais másculo do que aquele filé de borboleta; gay toda vida, ok, mas muito mais gostoso do que aquilo ali. Enfim, acho que elas são do mal sim e, na hora que a revolução Humanos vs. Vampiros começar, geral vai se mandar pra essa dimensão paralela. Uma boa seria prender o Russell ali por toda a eternidade, o que acham? Porque ele é legal demais pra morrer, e precisamos de alguém que mate saspraga colorida dessas fada.


A pergunta é: como um vampiro fica bêbado? Se alimentando de alguém com bastante álcool no sangue? Porque Roman tava bem animadinho com aquela garrafa de sangue do século XVIII. Sinceramente, NINGUÉM daquela Autoridade parece muito inclinado a convivência pacífica com humanos. Vocês, queridos fangbangers, não colocariam uma existência milenar em jogo pra salvar a vida de criaturas menos evoluídas. Seria como se eu arriscasse a minha vida pra salvar a de uma alface, e é isso, justamente, que a Autoridade, em tese, se propõe a fazer.


E o Russell, pra mim, foi o rei total de “Hopeless”. Ele é o único vampiro que consegue deixar Drácula orgulhoso e ser engraçado pra cacete ao mesmo tempo. Danis O’Hare é, sem dúvida, um puta de um ator e tem o timing perfeito pras tiradas do Russell. “Vocês podem rezar pra Deus, Lilith ou a porra das Kardashians, whatever!”


Agora, me digam: se a ideia era matar o Russell logo, por que não o fizeram lá mesmo no hospital onde ele dormia? Por que arriscar tanto levando-o pro coração do poder político vampiro? A resposta é simples: se Salome não tá envolvida com isso, rasgo meu título de co-autora deste blog, senhores (não que ele exista, mas ok). Tá na cara que essa bisca tá envolvida na morte do Roman, coitadinho, que era muito ingênuo pra idade e posição social que possuía.  


Quando a Nora tá rezando na cela e Salome diz que “ele será executado essa noite”, esse ele da frase é o Roman, não o Rusell. E quando Nora repete que o plano de Deus está sendo concretizado através dela, essa ela é a Salome, que arquitetou tudo pra matar o Roman e, assim, colocar Russell no poder. 

Sou ou não sou a rainha das conspirações? Eu sei, eu sei; muito obrigada.


Lady ;*