Mostrando postagens com marcador Reviews. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reviews. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Review do episódio 5x06 - "Hopeless"


Eu sei que o episódio nem foi lá essas coisas, mas eu curti.

Adorei a briga das meninas no Fangtasia, que acabou se tornando um bar de vampiros totalmente feminino. As três estavam um arraso de lindas e, Pam, minha filha, que cabelo é esse? Não sei pra quê eu pago mais pau: pra atuação impecável do Danis O’Hare como nosso querido Russell ou pro penteado feat. maquiagem feat. figurino perfeitos da Pam. Linda, linda, linda! E é claro que o tom autoritário de maker cai muito bem nela quando se mete ali pra controlar a Tara e dar um sossega leão na Jessica.


Quero saber quem mais achou SEXY PRA CACETE Eric e Alcide naquele momento lobão sem camisa e vampiro de olhar penetrante? E nem venham me julgar por isso; homens adoram ver mulheres se agarrando, mas eu não posso expressar meu orgulho hetero e ficar feliz por uma cena com os dois bonitões da série juntos? Ah, mas posso. E aquela cena foi, no mínimo, de encharcar calcinha.


Agora, só em True Blood mesmo pra nego baleado nas costas e barriga estar se debatendo daquele jeito na maca do hospital, como quem vai pra uma micareta. E quem diabos pode estar querendo dar cabo dos chatos dos metamorfos? Juro que não tenho nada a ver com isso, seu polícia. u_u

Hoyt, seu ridículo! Não é possível isso! Meninas, vocês hão de concordar comigo: a única coisa pior do que um bonzinho meloso querendo te pegar é um bonzinho meloso pagando de bad boy pra te pegar depois de perceber que tu curte caras mais hardcore. Hoyt vai é acabar sequinho da silva, drenado, antes de parecer gostoso. Sinto muito, novinho.











Quem mais suspeita de que Bill ou Eric mataram os pais da Sookie e agora, por isso, são assim tão comprometidos com ela? Lembram, na terceira temporada, quando Eric dizia pra Sookie que devia alguma coisa a ela? E se for justamente isso? Porque é claro que esse vampiro misterioso assassino do casal Stackhouse é alguém que já conhecemos, e seria previsível demais ser o Russell. Especulações à parte, imaginem o fogo no puteiro que não vai ser se for o Eric ou o Bill, realmente.

Eu adoro o Lafa e isso não é novidade pra ninguém, mas a senhora mãe dele também dá um show, né? Choreeei de rir com “Jesus loves little faggots!”. 
















E legal também isso de não sabermos se ela se referia a Jesus, o enfermeiro ou Jesus, o Filho de Deus. A questão é que eu acho que essa parte de bruxaria e espíritos vai ficar beeem pesada. Como eu disse em outro review, acho que a galera tá meio que pesando a mão na interação com o sobrenatural, a parada tá muito dark. Mas, há um tempo atrás (bem uns dois anos) eu li que True Blood também teria todo esse lance de comunicação com os mortos, espíritos e etc. Se for isso mesmo, é assunto que merece uma temporada inteira pra ser discutido se quisermos que a coisa renda. Posso estar enganada, mas acho que os produtores vão continuar comendo pelas beiradas e deixar esse bagulho aí pra sexta temporada. Agora, já que os mortos vão ser convidados pra festinha, não me surpreenderia nem um pouco se, de repente, Rick, Lori e toda a galera de The Walking Dead aparecessem de refugiados em Bon Temps.

Sempre tem uma cachorra metida à gostosona, né? Agora é essa mais nova amiguinha do Alcide que se ofereceu de vice dele. Ai, gente, sério? Eu acho esse tipo de personagem tão batida... A bonitona inteligente e de personalidade forte e destemida que se coloca ao lado da justiça e não teme a ninguém. Fala sério, é só mais uma gostosa na série, nada mais.

Não vou falar do ifrit; o ifrit terá tantos parágrafos quanto quiser no review correspondente ao episódio em que ele realmente fizer diferença. Poupar-vos-ei dos mimimis de Terry e Arlene, apesar de eu ter achado tristinha a separação obrigatória do casal.

Eu acho as fadas todas umas loucas trabalhadas no LSD e no chá de fita. Quem leu os livros esperava um Claude MUITO mais másculo do que aquele filé de borboleta; gay toda vida, ok, mas muito mais gostoso do que aquilo ali. Enfim, acho que elas são do mal sim e, na hora que a revolução Humanos vs. Vampiros começar, geral vai se mandar pra essa dimensão paralela. Uma boa seria prender o Russell ali por toda a eternidade, o que acham? Porque ele é legal demais pra morrer, e precisamos de alguém que mate saspraga colorida dessas fada.


A pergunta é: como um vampiro fica bêbado? Se alimentando de alguém com bastante álcool no sangue? Porque Roman tava bem animadinho com aquela garrafa de sangue do século XVIII. Sinceramente, NINGUÉM daquela Autoridade parece muito inclinado a convivência pacífica com humanos. Vocês, queridos fangbangers, não colocariam uma existência milenar em jogo pra salvar a vida de criaturas menos evoluídas. Seria como se eu arriscasse a minha vida pra salvar a de uma alface, e é isso, justamente, que a Autoridade, em tese, se propõe a fazer.


E o Russell, pra mim, foi o rei total de “Hopeless”. Ele é o único vampiro que consegue deixar Drácula orgulhoso e ser engraçado pra cacete ao mesmo tempo. Danis O’Hare é, sem dúvida, um puta de um ator e tem o timing perfeito pras tiradas do Russell. “Vocês podem rezar pra Deus, Lilith ou a porra das Kardashians, whatever!”


Agora, me digam: se a ideia era matar o Russell logo, por que não o fizeram lá mesmo no hospital onde ele dormia? Por que arriscar tanto levando-o pro coração do poder político vampiro? A resposta é simples: se Salome não tá envolvida com isso, rasgo meu título de co-autora deste blog, senhores (não que ele exista, mas ok). Tá na cara que essa bisca tá envolvida na morte do Roman, coitadinho, que era muito ingênuo pra idade e posição social que possuía.  


Quando a Nora tá rezando na cela e Salome diz que “ele será executado essa noite”, esse ele da frase é o Roman, não o Rusell. E quando Nora repete que o plano de Deus está sendo concretizado através dela, essa ela é a Salome, que arquitetou tudo pra matar o Roman e, assim, colocar Russell no poder. 

Sou ou não sou a rainha das conspirações? Eu sei, eu sei; muito obrigada.


Lady ;*


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Review 5x03 - Whatever I am, you made me

Fanguibinhos lindos, como vocês estão? Desculpem a demora pra esse review sair, mas a linda aqui tá no final de mais um semestre de Engenharia, o que vai me surtar qualquer dia desses. Mas o que acharam do episódio? Bem compridinho, né? Bom seria se todos fossem assim, com no mínimo uma hora de duração. Eu fiquei meio revoltada porque assisti domingo, por streaming, e tive que ver dublado. Fiquei sem curtir os maravilhosos sotaques dos nossos novos vampiros da Autoridade, e a única compensação em troca disso foi ouvir milhões de “porra!” em bom e claro português.

Vampyr
O Roman é fodão demais, mas acho que tem caroço nesse angu. Não entendo essa preocupação toda em vender uma imagem civilizada dos vampiros a ponto de demonstrar uma preocupação genuína com vítimas humanas. E é estranho essas reuniões acontecerem depois de uma oração louca cultuando a messias deles, Lilith, a vampira filha de Deus. É, como se donos de churrascaria estivessem lutando pelos direitos das vacas; acho o ritual religioso incoerente com a proposta da Autoridade. Sei que tá muito cedo pra especular, mas e se no final descobríssemos que os cabeças do movimento sanguinista são eles mesmos? Hein, hein? Mas verdade seja dita, a atuação de Chris Meloni tá ótima; já estava esperado um tipão bem estereotipado, justamente o que Roman não está sendo. Tudo bem natural e ele realmente consegue me convencer de que é um político.




ADORO o que eles fizeram com o Newlin. É realmente uma ideia genial usá-lo como relações públicas da Autoridade, justamente a imagem de que se precisava pra fazer oposição a de Russell, o malvado comedor de criancinhas. Se bem que acho que Steve Newlin tem lá suas tendências pra comedor de criancinhas, mas isso não vem ao caso.


Uma coisa curiosa é observar como os personagens vão se tornando bem mais sofisticados e lapidados com o passar das temporadas, e os flashbacks tem um papel importante nessa revelação. Eu sei que as pessoas se apegam demais a primeira impressão que tiveram, mas é evidente que Eric não é mais o vilão da primeira temporada, nem Bill o mocinho. Os dois tem um passado complexo demais pra serem simplesmente taxados disso ou daquilo, e é essa complexidade que dá profundidade e faz o personagem interessante. Legal ver uma moral tão sólida no Eric do século passado, altamente responsável por seus atos e ciente da responsabilidade de se tornar um criador, ainda balançado, no entanto, pelo impulso humano de salvar a vida da Pam.


Eu realmente não fazia ideia de que essa Salome era a mesma da Bíblia. Legal de verdade, porque é a primeira vez que vemos um personagem histórico na série, e eu acho que eles poderiam fazer isso mais vezes. Só não entendi porque ela teve que dar pra todo mundo pra descobrir se eles estavam falando a verdade; uma conversinha não bastaria? Mas, talvez, Salome esteja certa mesmo, talvez os homens (e vampiros) falem a verdade com mais facilidade se soubermos pedir com jeitinho, if you know what I mean.


Por outro lado, a impressão que eu tenho é a de que todos os outros personagens - tirando Bill, Eric e a Autoridade – estão meio que em stand-by esperando a conversa chegar na cozinha, ou melhor, em Bon Temps. Tirando a Pam, que sempre rouba a cena. Porque, sério, Jason comendo outra maluca, Andy aparecendo peladão na internet... Qual o sentido disso tudo, além de encher linguiça? E tô pra falar pra vocês que esse bromance entre Stackhouse e Jessica tá começando a irritar, ficando igualzinho ao que ela e Hoyt tinham no início da temporada passada. É o que eu digo, os personagens poderiam ser bem melhor aproveitados, e convenhamos que coadjuvantes tem que coadjuvar: não esperemos grandes emoções vinda do Terry, da Arlene ou do Sam, por exemplo. O papel deles é secundário e, infelizmente, se torna meio cansativo às vezes.


Apesar da “depressão pós-parto”, acho que a Pam vai, sim, se sensibilizar com a ausência de seu próprio criador e dar uma assistência maior a Tara. Ok, gente, ela sempre foi a rainha do drama (a Tara), mas agora com motivos, né, porra? A melhor amiga e o primo fazem com que uma vampira que não tá nem aí pra ela a transforme, e agora a pobre tá solta no mundo totalmente sem norte. Tudo bem que Sookie e Lafa fizeram o que fizeram com a melhor das intenções, mas nós sabemos o que dizem sobre as boas intenções e o inferno.


A inconsequência da Sookie realmente superou todos os limites dessa vez. Eu não sei como alguém pode ficar tão calma com a polícia depois de ter assassinado uma mulher, mas tudo bem, vamo que vamo. Como se isso já não fosse grande o bastante pra omitir, você tem que se virar pra tomar conta de uma vampira recém-nascida e muito puta da vida, que tá escondida, vejam só, no frigorífico do bar onde você trabalha. De repente baixam lá a polícia, o ex-noivo da mulher (pra quem tu dava o maior mole e era correspondida), seu chefe, colegas de trabalho e seu parceiro no crime, e Tara decide sair do frigorífico mostrando suas belas presas pra quem quisesse ver. Tinha como dar certo isso? Não tinha, né? Mas o que que a burra da Sookie me faz? Abre a boca a chorar e confessa tudo pro Alcide, tendo o desparate de perguntar se ele vai contar pra polícia. Olha, falta de sexo emburrece, realmente.


Os destaques da temporada pra mim, por enquanto, tem sido Lafa, Pam, a Autoridade, Eric e Bill. Incrível como o Lafa não nos decepciona, e espero que isso da mediunidade dele continuar latente não caia na rotina e na falta de criatividade. É realmente uma questão que pode ser muito trabalhada na série, embora eu preferisse um Lafayette mais light e bem-humorado dessa vez. E fofíssima foi a Emma virando lobinha também. Não sou lá tão fã de crianças assim, mas essa guriazinha é mesmo um amorzinho.

Tô muito na pilha pra ver Eric e Bill começando sua jornada across the country pra encontrar o Russell. Acho que podemos esperar muitas cenas divertidas e casuais, já que, fala sério, não dá pra bancar o vampirão sério e gostoso o tempo inteiro. Espero de verdade que isso aconteça, porque os dois juntos estão ótimos.

Dessa vez eu demorei tanto com o review que quase já é domingo de novo, né? Mas tá chegando, meu povo, brace youselves que o episódio quatro tá vindo.
Lady ;*

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Review 5x02 - Authority Always Wins

E aí, fangbangers, curtiram o episódio? Parece que o público ficou bem dividido entre os que amaram e os que odiaram, mas eu, particularmente, tô adorando essa onda de política de vampiros. Vamos começar pelo que me chamou mais atenção.


O que geral detesta na Tara são os dramas e mimimis, isso de estar sempre reclamando da vida. E em sua estreia como vampira, a linda continuou fazendo exatamente a mesmíssima coisa de sempre: drama. Pra dizer a verdade, a mulher tava enlouquecida. Não que eu seja uma expert em vampiros recém-criados, mas ela teve um comportamento totalmente anormal e totalmente diferente do da Jessica, por exemplo. O lado selvagem falou mais alto e ela quebrou a bagaça toda mesmo, tipo fuck the police. Agora, pelo que parece, ela vai ficar uns dois ou três episódios solta em Bon Temps, tocando o terror, até que Lafa ou Sookie cheguem de brasília amarela para buscá-la. Realmente, Pam vai ser uma mamãe muito ausente, e essa parece ser a sina da pobre Tara.


Agora, uma visita a Rita Mae para um acerto de contas seria bem interessante, não? Eu só gostaria de aproveitar essa nova assassina em potencial para matar dois coelhos de uma vez, dois coelhinhos chamados Terry e Arlene. Ai, gente, me perdoem se eu estiver sendo implicante demais com eles, mas sério que alguém aí se interessa por essa de psicopata piromaníaco veterano de guerra? Nada tira essa gente do ostracismo, a não ser que vampiros entrem na história. Ou lobisomens. Lobisomens fortões sem camisa. Tanto os metamorfos quanto os lobos são bem sonolentos, né? Eu acho que desse mato não sai cachorro (com trocadilho, por favor), porque estamos esperando fortes emoções nesse núcleo da série desde a terceira temporada e tudo o que conseguimos é uma velha maluca comendo as tripas do próprio filho. Foi por isso que eu disse, a não ser que esse doido que queima as casas dos soldados seja uma criatura sobrenatural que possa se relacionar com metamorfos, lobisomens e vampiros, as coisas vão continuar tão paradas quanto água de mosquito. 


 O flashback nem foi lá essas coisas, mas é sempre legal ver os vampiros em outras épocas. Pam atacando de cafetina estava impagável, se bem que eu a acho muito refinada pra esse tipo de coisa. Apesar de tudo, cara de puta ela realmente não consegue ter. E Eric não poderia parecer mais misterioso de casaca e cartola. Quero ver como ela foi transformada, tá tão na cara que eles tiveram um caso antes de tudo. Quem queria muito, assim como eu, ver cenas mais hots entre os dois, parece que não se decepcionará. Ou melhor dizendo, espero sinceramente que não nos decepcionemos, produção, ou a porra vai ficar séria. u_u 


 Gente, e o Newlin. Ai, que bicha mais feladaputa e mentirosa. Bota a bundinha na TV pra falar que vampiros são filhos de Deus também, e que devemos pregar o amor e mimimi, sendo que o puto era, tipo, o chefe de uma sociedade pra dar cabo nos bloodsuckers. Sabe com quem ele parece? Com a Dilma, sentando o nabo na galera com a usina de Belo Monte e botando a carinha (feia) na Rio +20 pra defender o desenvolvimento sustentável. Ah, paputaquiupariu, político é tudo mesmo uma racinha muito da sem vergonha. Pelo menos a presidente não tem presas, imagina que desgraça?


 E o ponto alto do episódio: a Autoridade. O que vocês acharam? Olha, pra ser sincera, essa pose todas deles como guardiões das lendas e mistérios antigos dos vampiros é bem clichê e eu achei meio forçadinho, mas o que nós esperávamos? Uma repartição pública? Não, tá certo, tem que ser cheio de pompa mesmo. Fiquei curiosa sobre “A Rainha dos Condenados”, de Anne Rice, fazer alguma referência a essa história alternativa da Criação e à bíblia dos vampiros. Tenho quase certeza de que faz, sim. Mas vou procurar saber e trago a informação pra vocês. Fiquei esperando o Kibwe gritar “Begin!” e estalar um chicote a qualquer momento. Ainda vai demorar pra cair a ficha de que agora ele é um vampiro e não um gladiador rebelado que, se vocês acompanham, morreu na última temporada de Spartacus e parece estar de volta do afterlife. O gurizinho que já ganhou a galera antes mesmo de aparecer simplesmente ainda não apareceu, de fato,e tenho lá minhas dúvidas de que ele vá ficar muito tempo na série. Como bem sabemos, o conteúdo é um pouco adulto demais pra que associemos imagens de crianças a algumas cenas, e não creio que os produtores e o Bolão fossem dar esse furo. Alexander deve aparecer apenas superficialmente, acredito eu. Ou não. Já Salome e Roman, por suas vezes, parecem versões mais sutis de Sophie-Anne e do Magistrado, isto é, bem menos caricaturados, mas ainda assim fortes, misteriosos e perigosos.


 Adorei o jeito do Dieter Braun; precisávamos de um vampiro charmoso no seriado tem tempo, já que Eric não é mais novidade pra ninguém. E como estamos falando neles, permitam-me um adendo: deve ser realmente chato ser um vampiro num alto escalão e o máximo que você pode fazer é injetar prata em outro vampiro e esperar que ele diga a verdade. Achei a cena do interrogatório meio forçada, tanto do Eric quando a do Bill.


De onde vem tanta solidariedade e cooperação entre os dois? Com certeza, tem caroço nesse angu aí e nós só vamos descobri ra bomba aos 45 do segundo tempo. E vocês repararam que Bill tá com a mesma camisa do início da série, lá da primeira temporada, e que ele provavelmente a pegou do guarda-roupa do Dexter? É, não devem ter notado, já que eu sou a única distraída o bastante pra reparar nesse tipo de coisa.


 E o Russell, hein? Tá certo, mermão, que se você tá entre a estaca e a estaca, conforme o Bill, promete entregar até Papai Noel pro caras. O lance é que ele deve estar muito puto, como os pedaços de corpos estilhaçados bem comprovaram, e doido pra pegar os dois de jeito. É bom mesmo que Eric e Bill permaneçam bem unidinhos, ou cabeças vão rolar. Já estão subindo pelas paredes pelo próximo domingo ou sou só eu?

Waiting sempre sucks.
Lady ;*

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Review 5x01 - Turn! Turn! Turn!

Eu senti falta e sei que vocês também morreram de saudade dos meus reviews. Por onde começar então, fangbangers? Pelo começo. Turn, turn, turn! Eu, de verdade, gostei muito do episódio de estreia da quinta temporada. Não foi cheio de picos de adrenalina, como outros que já tivemos, mas foi muito interessante e com muitas novidades. In fact, uma temporada que comece modesta é preferível a uma que comece no ápice e vá decaindo com o passar dos episódios. 


 Primeiro: Tara vampira. Quando o povo dizia que queria a Tara morta, era morta de verdade, não eternizada forevermente em sua chatice. Eu, particularmente, nunca tive problemas com a linda; na verdade, me amarro no lance super gueto dela e do Lafa. A questão é que não havia enredo pra ser entregue pra personagem, que, apesar de muito boa, acabava por não ser explorada em todo o seu potencial. Agora, no entanto, as coisas devem mudar, uma vez que a perspectiva de atuação da Tara no seriado vai ser totalmente diferente e cheia de possibilidades. O que nos incomodava nela era aquilo de estar sempre chorando pelos cantos, tendo crises de dramas e insatisfação com a vida. Das duas, uma: ou a nova vampira vai ter o upgrade que merece na vida, ou vai ser tornar uma versão feminina do chorão Louis de Anne Rice. E, vem cá, só eu que achei que a Pam vai ser uma mãe super ausente pra ela? Adoraria me surpreender e ver a mudança de água pro vinho na relação das duas. 


 Bom, é claro que a morte de Nan Flanagan ia dar merda pra alguém. E é claro que Bill e Eric estavam pensando muito mais com a cabeça de baixo do que com a de cima no final da temporada passada pra notarem que não podiam sair por aí matando e enterrando no cimento quem eles bem quisessem. Eu realmente gosto da ideia dos dois juntos. Eric sendo lindamente arrogante do alto de seus mil anos de idade e 1,90 de altura, e Bill... sendo o Bill. Apesar de muita gente torcer o nariz pra esse tipo de distorção na história original dos livros, acho que adaptações assim são muito necessárias pra mostrar os personagens que nós já conhecíamos tão bem sob um ângulo que nem imaginávamos. Acredito que veremos, nessa temporada, um pouco da humanidade remanescente em cada um dos dois vampiros. Quero dizer, o contato deles com forças mais poderosas e a necessidade de permanecerem unidos pra sobreviver parece vir resgatar um pouco dos homens que ainda existem neles. Vão continuar vampirões e tudo, mas sem aquela necessidade do estereótipo que vimos até agora. 


 Uma coisa que vende muito e os produtores já sacaram é o Eric trepando. Seja com quem for. Foram quantos até agora? Sookie, Talbot, Yvetta e agora a Nora. Porra, quando eu escrevi semana passada naquele post de spoilers que a relação dos dois seria fraternal, eu imaginava uma parada entre irmãos, não entre Lannisters! Graças a Deus, demonstro amor pelo meu irmão sentando-lhe a porrada mesmo, e é assim que tem que ser. Mas tudo bem, a gente entende que o mundo era um lugar bem diferente há, sei lá, 400 anos atrás. E ainda mais diferente entre vampiros, né? É muita modernidade e eu sou uma conservadora senhora de (quase) 21 anos. 


 Steve Newlin vampiro. É, rapaz, o mundo gira porque é uma bola redonda. Quem diria que aquele vampirofóbico com horror a viado se tornaria justamente um deles? Eu acho super divertido quando alguém vira uma criatura diferente na série, e ainda mais o Newlin, né? Acredito que ele vai ser muito desmunhequento e cheio de frescura, mas também vai dar muita dor de cabeça pro Jason e ser bem perigoso. Uma outra suspeita minha, e aqui, senhores, façam suas apostas, é a de o reverendo se tornará o novo affair do Russell. Pensem, gente: na entrevista que a gente viu nesse post aqui, Denis O’Hare diz que o novo amorzinho de seu personagem é alguém que nunca se poderia imaginar, mas que nós conhecíamos. E eu comentei de que deveria ser um vampiro gay. Ora, ora, vejam quem volta pra série. Além disso, acho que ele tem a maior pinta de Talbot. Lembra muito. 


 O incrível é o melzinho que a mãe do Jason passou na bunda dele. Toooodo mundo quer dar pro cara. O que ele ainda não aprendeu é pegar sem se apegar: ficou com a Jessica meia-dúzia de vezes e já tá pensando em filhinhos vampiros e passeios românticos ao luar? Eu já estava ficando com saudade da adolescente rebelde que ela era. Se você vai ter 17 anos pra sempre, tenha 17 anos em grande estilo comandando aquela festa duro enquanto seu maker tá fora de casa, e não se amarrando no primeiro mané que aparecer. Porque o caso Jessica e Hoyt define e expressão “areia demais pro meu caminhãozinho”. Então, girlfriend fucker, vai com calma. 


 O que é boring toda vida é a Arlene e o Terry e esse mimimi. A proposta é a de que tem alguém vindo atrás dos fuzileiros daquele grupamento do Terry, certo? Porque isso soa bem pouco sobrenatural pra mim; ainda prefiro acreditar que o incêndio foi causado por forças do além. Além disso, quando eles começam com essas historinhas paralelas assim, significa que vai ser enrolação a temporada inteira sobre esse assunto específico e que o mistério só será desvendado lá no final. E sempre é uma coisinha nadavê que, no final das contas, nos roubou minutos preciosos de Eric pelado, gente se pegando e sangue. 


 Sookie finalmente virou macho e deu um tiro na cara daquela piranha da Debbie. Por sinal, gente, se eu contar que Debbie Pelts realmente existem, vocês acreditam? O chato é que eu ainda não tive oportunidade de sentar-lhe o pipoco na fuça, mas tudo tem seu tempo, né? A sorte da Sookie é que ela mora numa roça e CSI passa em outro canal, porque one does not simply atira em alguém, faz um banho de sangue na cozinha e sai ilesa com tudo limpinho. Elise Matsunaga que o diga. E, olha, temporada vai, temporada vem, e a bicha continua buuuurra como uma porta. Se você mata alguém, você não sai contando, porra! Se não é o Lafa aparecer ali e dar um guenta, ela tinha aberto a boca pro Alcide e “ah, eu matei a Debbie”. GENIUS. Será que ela vai mesmo morar com o Alcide, anyway? Eu acho que deveria, porque tenho certeza de que, nesse caso, ela vai dar pra ele. Fala sério, né, gente, tá na hora. Tem muita energia pra ser explorada entre os dois, então bora bora! Além do que eu não ficaria morando sozinha no meio do mato com um vampiro de três mil anos querendo me pegar. Então, minha filha, save your ass. 


 E os metamorfos são sempre uns chatos. Lobisomens não ficam muito atrás, não. O que eu achei bizarro bagarai foi o ritual dos lobos comerem o corpo do packmaster morto. Mas é True Blood, então devemos estar com o estômago preparado pra essas coisas. Mas sabe o que eu acho? Sabe o que eu realmente acho? Que deveríamos pegar Sam, Emma, Luna, Andy Bellefleur, Arlene e Terry, colocar todos num saco de batata, amarrar e jogar num rio. É isso aí. 

 Agora eu quero saber de vocês: que rumo essa temporada vai tomar? Essa é a hora da gente bolar aquelas especulações absurdas que, no final, não tem naaaada a ver com o que realmente acontece, mas que nos divertem. É ótimo estar de volta com os reviews, e a gente se vê semana que vem.

Lady ;*

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Review do Episódio 4x12 - And When I Die (Season Finale)

Como todo bom final de temporada em True Blood, temos um bocado de cenas e situações non sense. Por exemplo, de repente Maxine Fortenberry decide adotar Sam Merlotte agora que o irmãozinho chato dele morreu. E, falando nisso, o chororô em volta do túmulo dele só comprova uma famosa frase do “Auto da Compadecida”: depois que morre, todo mundo fica bonzinho! 


Uma das cenas que eu mais curti nesse episódio foi a do Jason com o Hoyt. Foi bem feita, engraçada e com falas inteligentes, e ao mesmo tempo transmitiu a medida certa de tensão que a situação exigia. Além disso, mostrou as características mais marcantes de ambos os personagens; Jason, meio idiota e arrependido, e Hoyt, esquentadinho. O lance de ele estar segurando uma motosserra no momento da revelação foi uma sacada bem divertida, e por um momento achei que fosse voar pedacinho de Jason por toda parte. De verdade? Apanhou pouco. Mulher de amigo é homem, rapá (embora em muitos casos o homem da amiga não seja mulher), e nem o Tommy ter matado os pais ou o Russell arrancado o coração do repórter na TV se compara a isso. 


Outro lance que eu curti bagarai: Jesus e Lafa possuído pela Marnie. Olha, eu já sabia que os dois eram uma excelente dupla, mas essa cena eu achei realmente foda. Finalmente, Jesus teve o destaque que merecia e a atuação dele foi ótima. 


Cês repararam, fangbangers, que ele evoca Ogum e Xangô na hora de passar o poderzinho modafóca dele pra Marnie? Aí que a gente vê como essa série é feita; acho que a galera da produção e o Bolão simplesmente abrem um livro sobre religiões latinas e pegam as primeiras palavras que acham. De verdade, esse povo devia vir pro Brasil se acham incorporação por espíritos um troço tão diferente assim. 


Não sei se vocês concordam, mas essa season finale teve uns toques da segunda temporada. Tipo criaturas mágicas como bruxas e bacantes fazendo outras criaturas mágicas como vampiros e metamorfos de refém, prendendo-os em fogueiras e coisas do gênero pra sacrifícios. Mas a cena da fogueira foi FODA demais, com os espíritos vindo pra levar a Marnie. Queiram me desculpar se o review não está tão crítico quanto o de costume, mas eu realmente achei que esse episódio teve umas paradas bem legais. Tipo quando a vovó Stackhouse diz “Não há motivo pra temer estar sozinha. No final, estamos todos sozinhos” ou a Antonia manda um “Life is pain”. E tudo ter acontecido na noite de Halloween, quando “o véu” entre vivos e mortos está mais fino, foi um lance interessante e mitológico, bacana pra se ver em True Blood. Só que o Godric poderia ter aparecido ali ao lado da Tonha, dando vários conselhos boladões com ar etéreo, né? Ou será que vampiros não tem alma? Hm, bom tópico pra gente discutir. 


Outra coisa que me fez pensar que Alan Ball precisa ler mais sobre Umbanda e Kardecismo: a porra da mulher volta do além e se apossa do corpo de outra por botar fim nos vampiros, aí do nada se liberta e vem no deixa disso, falando pra Marnie que não é bem por aí, todas as criaturas tem seu propósito e blábláblá. Conforme eu disse, depois que morre todo mundo vira santo mesmo. 


E tanto falaram no Rene que ele voltou, bitches! Hahaha! Achei demais essa parte; ele é, sem dúvida, meu serial killer favorito depois de Dexter Morgan. Mas qual foi a do Terry, hein? Porque Rene disse que esteve com alguns fantasmas do passado dele, e eu suspeito que sejam homens que ele matou na guerra. Só que eu simplesmente não consigo acreditar que um cara que cria um tatuzinho seja capaz de alguma maldade. 


Pam, ADOREI a cena do Fangtasia. Puta merda, me deu muita peninha dela. Mas realmente, meninas, não é horrível quando perdemos um amigão nosso pra alguma vadia? Nos sentimos traídas e descartadas. Agora imagina esse amigão ser seu maker, com quem você esteve por cem anos? É de cair o cu da bunda, tenso mesmo. E a Ginger é tão fofinha! Eu gosto dela, apesar dela só gritar e servir de capacho pros vampiros, haha! 


Sookie... Eu não sei o que dizer de você, eu simplesmente já esgotei meu estoque de palavrões e ofensas conhecidas. Só me responde porque você não ficou com os DOIS, CRETINA! Sabe, não é todo dia que vampiros concordam em dividir sua mulher com outro cara. E eu aqui, lutando por um namoradinho de nada... Nem precisa ser loiro de 1,90 m, não... Ficaria satisfeita com menos. Puta mundo injusto, né? Hahaha! 


A propósito, o Eric desse finzinho de temporada é justamente aquele descrito nos livros de Charlaine Harris: conservou o ar de bad boy e acrescentou um romantismo que a gente não conhecia. O trabalho que o Alex fez aí foi impecável e nos passou muito bem esse novo relance de uma personalidade milenar, que não foi corrompida pelos séculos de crueldade e continuou capaz de se apaixonar. Ownt, que lindo. 


Achei que não teve nada a ver isso da Jessica terminar a temporada como uma sedutora independente que não quer se envolver com ninguém. Sabe, apesar de ser legal ver os personagens se comportando de outras formas, mudar demais as características deles torna-os artificiais, e fica parecendo que os escritores não encontraram nada melhor pra criar. Absurdamente linda, isso ela estava, e o Jason parece bem mais maduro e tudo, mas não gostei da forma como foi feito. 


Steve Newlin é um vampiro e Russell se livrou do cimento, CORRE NEGADA. Muuuito foda isso dele ter ido pro lado “negro” da força, e tô muito ansiosa pra descobrir qual é a dele agora que se transformou no que mais odeia. Porque, né, o Newlin não tem a mesma profundidade emocional e moral que o Lestat da Anne Rice pra ficar se questionando sobre bem e mal e odiando a própria espécie. Se ele estiver ao lado do Russell, então, é que o bagulho vai ficar neurótico. 


Pra sermos honestos, nossas queridas e já saudosas vilãs bruxas apenas levaram o enredo de True Blood pra dar uma voltinha de 360º e parar no mesmo lugar. Tirando as mortes, o lance do Bill e do Eric com a Sookie tá no mesmo pé; os dois terminaram a temporada do jeito mais forever alone possível, vestidos com roupões na casa do Bill e matando a chata da Nan, haha! E sem contar que pouco foi deixado pra servir de gancho pra próxima e já garantida temporada. Ou seja, acho que teremos, de fato, um novo recomeço na série. Se Alan Ball souber explorar, ele pode dar uma guinada totalmente diferente e nos colocar no clima de descoberta da primeira temporada mais uma vez. 


Apesar de todo mundo já ter odiado a Tara pelo menos uma vez na vida, fiquei chocadíssima com o tiro que ela levou. Espero de verdade que Bill ou Eric irrompam pela porta no primeiro episódio da season cinco e a salvem; ou, se isso não for possível, que a transformem em vampira. Não seria foda demais assim? Tara vampira, criada pelo Eric. Aí é que a Pam ia surtar de vez, coitada, hahaha! 


Se querem saber a minha opinião, acho que a próxima temporada terá por tema os vampiros querendo efetivamente assumir poder o mundo. Isso que a Nan disse pro Bill e pro Eric foi meio suspeito, e Newlin e Russell de volta... Não sei, não. Acho que podemos esperar alguma coisa nesse sentido: uma guerra entre políticos humanos e vampiros se desenrolando, e Bon Temps, como sempre, no meio do fogo cruzado. Vão é botar pra fudeeer, fangbangers. 

Não sei vocês, mas já tô contando os minutos pra junho do ano que vem. 

E, em memória de Tommy Mickens, Jesus Velásquez, Nan Flanagan, Debbie Pelt e Marnie Stonebrook , WAITING SUCKS. 

9 meses =(
Lady ;*