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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Review Episódio 5.11 - Sunset

Tô puta feat. aflita com a enrolação desse episódio. Foi um episódio de enrolação pura pro que vai acontecer semana que vem.


Sinceramente, só agora tô conseguindo enxergar o Bill como um vampiro, porque durante todas as temporadas ele sempre pareceu apenas um bebezão chorão e inconformado com a imortalidade. Ele tá sendo um belo de um filha da puta? É claro que sim, mas não é exatamente isso que os vampiros devem fazer? Exaltar e evidenciar ao máximo os piores defeitos da personalidade humana? Sede por poder é uma coisa que todos temos, então Bill tá representando bem, de fato.


Pelo que parece, Nora finalmente acordou pra insanidade da “operação Lilith”; só não entendo porque isso tem que ser celebrado com sexo. Num ambiente altamente tenso, conflituoso e perigoso, Eric pega ela só pra mostrar que tá sempre pronto pra ação? Que nada desestimula sua virilidade? Não que eu esteja reclamando da cena do Eric, loooonge de mim, mas é realmente muita macheza conseguir levantar naquelas circunstâncias ali.


E é bom que eles, ele em especial, tenham um plano magnífico em mente, porque a situação parece muito preta pros populistas. Temos, basicamente, Eric, Nora (se ela não for uma porca traidora), Jess, Pam, Tara e dois metamorfos contra o exército de vampiros sedentos por sangue ao redor do mundo. Vou ser honesta, gente, se eu fosse uma vampira eu não ia viver a base de Tru Blood nem a pau, é o mesmo que essa galera que chegou ao topo da cadeia alimentar pra virar vegetariano e comer folhinha. Como o caos precisa de muito pouco pra se instaurar completamente, a vampirada toda from everywhere já deve estar achando natural drenar pessoas porque, convenhamos, é a natureza deles. Vai sobrar pra Liga da Justiça de Bon Temps salvar a pele de todo mundo, e, a não ser que eles tenham tido aulas com Chuck Norris, Liam Neeson e Bruce Lee (ou que esses também decidam ajudar com a causa dos populistas), eles tão fodidos.


Eu achei aquela fada anciã extremamente clichê, e bem estúpida e fraca pra uma líder de fadas. Aliás, vocês estão cansados de saber a minha opinião sobre as fadas, os sobrenaturais mais boring de True Blood. O que podem aquelas frufruzinhas esvoaçantes contra o Russell? A minha suspeita (e esse é um review de suspeitas porque trata de um episódio de suspeitas) é que elas vão se unir aos vampirinhos do bem, ao Alcide que tá meio perdidão atirando em vampiros, aos metamorfos e ao Jason pra tentar, de alguma forma, salvar adivinhem quem? A Sookie, né, porque essa série é dela e ela tem que aparecer de alguma forma. Aliás, convenhamos que ela teve um papel bem pálido ao longo da temporada. Será que vai ter um grand finale ou not? Eu acredito que não, que, dessa vez, ela foi pra jogo na reserva mesmo.



Outro clichezão foi a Lilith aparecendo pra todo mundo e dizendo que cada um deles havia sido escolhido. Vadia, por favor, isso é mais velho do que a própria Akasha. Vamos descobrir só depois o que raios essa Lilith é, mas quero acreditar que não se trata de nada sobrenatural. Veja bem, ela tá muito fraquinha e sem graça pra messias dos vampiros. Ainda tenho esperanças de que nada mais seja do que uma ilusão vinda de alucinógenos que alguém tá usando pra controlar a Autoridade toda. Mas a pergunta que não quer calar, quem?


E que diabos nasceria do cruzamento do Andy com uma fada? Um gordinho voador? O Ronaldo? Um porco aranha (“piiiig!”) ? Enfim, só lamento por ele que parecia ter arrumado uma namorada fixa e agora tá aí, tendo que pagar pensão pro filho que provavelmente trabalhará de gogo boy numa boate de fadas.

Quanto ao Warlow, será que ele mostra as caras ainda nessa temporada? Eu acho, na minha humilde opinião, que não. Bom, pode até ser que apareça, mas só pra se apresentar. Parece ser um assunto grande demais pra ser espremido no último episódio da temporada, com outras 98435789347 mil coisas acontecendo ao mesmo tempo. Se, de fato, for enredo pra sexta temporada, eu apostaria que estaremos diante de outro tipo de sobrenatural, algo como um espírito vampiro poderoso ou something. Aliás, há algum tempo eu li que era intenção dos produtores incluir espíritos e coisas do tipo na série. Ok, já tivemos a mãe do bebê da Arlene e a muçulmana, mas não foi nada realmente grande. A ideia de espíritos de vampiros interagindo com os vivos é interessante e bem inovadora, acho que nunca vi nada assim. O jeito é fazer o que fazemos melhor: esperar.


Eu infelizmente estou com algumas suspeitas pouco agradáveis; acho que muito foi deixado pro último episódio e teremos desfechos pouco satisfatórios. Tenho quase certeza de que Salome vai bater as botas, bem como uma galera ali da Autoridade. Bill e Eric tem imunidade por serem estrelinhas, mas tenho minhas dúvidas quanto à segurança das bebês vampiras, Tara e Jess, e da própria Pam. Tem personagem que já tá durando demais no show, fazendo hora extra, e como tem tempo que não temos nenhuma morte impactante... É, acho que vai ser hora de dar tchau pra uma galera aí, viu?

Eu só espero que eles não terminem de qualquer jeito, com um monte de mortes sem sentido e as coisas ficando no ar até 2013, seria péssimo. Mas vamos cruzar os dedinhos, respirar fundo e nos preparar pra esse final que, no mínimo, vai grudar a bunda de todo mundo no sofá. E depois nove meses, meus amores, nove looongos meses.

Lady ;*

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Review Episódio 5x10 - Gone, Gone, Gone


Chega a ser ridículo o quão óbvio é um confronto no caso de falta de alimentos. Muito pior se o alimento que falta for o dos vampiros, com suas fábricas de Tru Blood indo pelos ares. Agora, a não ser que fossem balas de madeira naquela pistola (o que certamente não era o caso e é fisicamente impossível), grandes merdas de proteção que a Sookie tinha, né? É engraçado como ela sempre, sempre termina numa poça de sangue. Lafa tava certo quando disse que é isso o que ela traz pras pessoas. Mas, realmente, não me sinto nem um pouco mal pelo mundo ter perdido o vampiro Mike.



O Bill é um bom viado, né não? Gente, eu tô achando que foi ele que controlou as visões do Eric e da Nora através daquele data show bolado que ele tinha lá. Ou então esse sangue deixa todo mundo muito louco no ácido mesmo. Ou, de fato, Lilith existe e matou o fantasma do Godric.


Mais uma daquelas cenas super tristes, tipo a do casamento da Arlene: Hoyt se esquecendo pra sempre da Jessica e do Jason. Ok, todo mundo já quis isso pelo menos uma vez na vida, mas olhando assim de fora parece tão triste ver tudo desaparecendo... E petróleo no Alasca, sério? Eu acho que ele vai morrer de frio e saudade do calor da Louisiana, voltar correndo e ficar com a Jessica. E podia também ser uma coisa tipo “Como Se Fosse A Primeira Vez”. Seria fofíssimo.

Agora, prestaram atenção no que Russel disse pro Eric? “Você está com a melhor parte do acordo” ? Eu sei que sempre falo demais com as minhas teorias da conspiração, mas tô pra dizer que Bill, Eric e talvez até Russell estão juntos nessas em algum tipo de reviravolta impressionante. Eu realmente admiro o trabalho dos roteiristas, porque certamente precisa-se de muita criatividade pra dar uns nós desses. Só que, ao mesmo tempo, ele me pareceu muito convincente falando da bíblia e da nova ordem pra Jess, então sei lá...


E Russell quer muito andar no sol; isso já era um desejo desenfreado dele desde os tempos de Sophie-Anne (que Lilith a tenha). Pra quem se perguntava porque voltaram a falar das fadas nessa temporada, que estavam quietinhas até então, tá aí a resposta: elas vão virar frango de vampiro, almoço, e Sookie tá prometida pra servir de suprimento vitalício pra um vampiro chamado Warlow. Você tem que ser muito filho da puta pra prometer uma descendente sua pra alguém, mas era assim que se fazia naqueles tempos, né? Sei lá, se eu fosse ela, tentaria cair nas graças do tal do Warlow. Vai que é um maluco gente boa, rico, que vai tratá-la super bem? E tudo isso em troca de umas mordidinhas, de vez em quando. Fala sério, para de graça porque todo mundo te mordia for free e você gostava.


E é engraçado ver como o Steve ainda fica todo de pito aceso com isso de estacar vampiros. Mas o que realmente me chamou atenção foi a cena dele e Russell no maior love ao som de “Teenage Dream”. “You and I will be young forever...”


E tadiiiinha da Emma. Eu não sou a maior fã de crianças no mundo, mas deu muita peninha daquela filhotinha lá e o bestão gritando com ela. Eu acho que Luna e Sam serão responsáveis por algumas cabeças cortadas de vampiros, porque você não rouba a filha da mulher e sai de boa na parada, não. Espero que dessa vez os metamorfos consigam mostrar que não são apenas os cotistas do seriado.


E a Tara, hein? Tudo bem que às vezes a gente tem que tomar a frente e fazer as coisas mesmo, mas foi muita coragem dela matar o novo xerife. Coragem ou estupidez, né, mais provável ser a segunda opção. Sou a favor de mais cenas com a Ginger e elas duas, porque as três são uma comédia. Se Lafa pudesse contracenar num momento de humor, seria perfeito. Até porque o simples vislumbre da cara dele nas duas cenas em que ele apareceu nesse episódio me fez dar gargalhadas.

É, fangbangers, a saga de mais uma temporada vai chegando ao fim... Preparados pra esperar nove meses com a gente?

Lady ;*

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Review episódio 5x09 - Everybody Wants To Rule The World

O episódio não teve muita diversidade, certo, fangbangers? Quero dizer, foram muitas cenas de poucos núcleos, o que facilita muito o meu trabalho enquanto escritora de reviews (?), mas por outro lado deixa todo mundo bocejando por um tempão. Achei legalzinho, mas algumas coisas foram rápidas demais.


Por exemplo, descobrimos em muito pouco tempo quem era os Obamas. Beleza que quando eles ficam enrolando demais pra desfazer um mistério, reclamamos também, mas quase não tivemos tempo de processar a informação. Acabou que, no fim das contas, a dica da vovó Stackhouse não revelou bulhufas sobre quem é o tal do Warlow; acabou mesmo só conduzindo-a ao Bud e àquela gorda horrorosa da amante dele.


Sério, se você vai trair sua mulher, que parece uma senhora distinta e bem-apessoada, não faça isso com uma gorda raivosa e obscena de tão vulgar. E é aquilo que eu sempre digo, né: mulheres traídas/mal-comidas/ressentidas escrevem a história. A dona lá ficou mega revolts e decidiu dar um tiro em tudo de sobrenatural que aparecesse na frente dela porque o marido a trocou por uma metamorfa gatinha. Porra, colega, pede uma transferência pra CSI, Mad Men ou qualquer outra série mais realista assim, porque True Blood realmente não é o seu lugar.


Gostei da importância de Sam e Luna na resolução do caso, também. Qualquer problema se torna bem mais simples se você puder contar com um casal de metamorfos pra resolve-lo. E se eu achava a Luna uma chatona, gostei especialmente nas porradas que ela deu na porquinha horrorosa lá.


E se antes eu tinha raiva da burrice e predisposição da Sookie pra se meter em roubada, nesse episódio eu fiquei até com peninha dela. Porque ela foi na moral perguntar só sobre os pais, e acabou amarrada num chiqueiro e sendo resgatada por um cara pelado. Os problemas vem buscá-la onde quer que ela esteja. É um dom impressionante, pena que altamente capaz de matá-la.


Momento super fofo do episódio que eu achei numa vibe muito Disney, Tarzan, Pocahontas: Alcide e Debbie novinhos fazendo o juramento do bando, ou seja lá o que era aquilo. Ah, muito bonitinhos os dois, achei super bem feitinho e escolheram umas crianças muito bonitas também. Gostei particularmente do que o pai do nosso lobão disse: o que temos de selvagem e animal dentro de nós tá ok, é a nossa parte pura que a age independente de traições e egoísmo. O nosso lado humano, por outro lado, é que é o verdadeiro vilão da nossa conduta. Eu devo ser muito boba, mas essas frases de efeito de True Blood realmente me deixam pensando. Só não entendi a necessidade de matar um urso enorme num ritual de lobisomens, mas eles que são lobos que se entendam.


Nós já sabíamos que nada ia acontecer com Terry porque ele é bonzinho e todo mundo gosta dele, pai de família, mimimi. Ok, eu realmente não queria que ele morresse, mas ficou super previsível o desfecho da história: o outro cara, apesar de tudo, tinha uma moral bem mais duvidosa do que a dele, e a sorte favoreceu nosso mocinho. Só acho filhadaputice da morta lá, que deveria ter ido atrás do Patrick desde o início e não do pobre Terry esquizofrênico. Se o ifrit não voltar nos próximos episódios, grandes bosta ele, porque aquilo ali que ele fez não foi nada demais pra um monstrão de fogo. E espero que minha casa não pegue fogo, depois desse comentário.


Bom, e ~ao redor do mundo~ a Autoridade já começa a mostrar o resultado de suas ações. Sabem que quando o Bill disse “True Blood”, meu primeiro pensamento foi o de que ele ia envenenar a bebida dos populistas pra que só os vampiros que se alimentam de humanos sobrevivessem. Meu cérebro me dá tanta vergonha alheia de mim mesma às vezes... Enfim, quem é aquele caboclo, o novo xerife da Área 5? Parece uma drag, gente, horroroso. Se aquela fulaninha tava toda assanhada no colo dele, imagina como não estaria se soubesse quem era o outro a se sentar naquele trono, tsc...


Eu já sabia que o Newlin seria o novo crush do Russell, porque nosso querido vampiro tem uma predileção particular por viadinhos novinhos, gente, e não tô dizendo isso de forma pejorativa. Ok, como estamos falando do Steve Newlin, especificamente, é de forma pejorativa mesmo. E nada melhor pra conquistar uma garota do que dar um filhotinho de presente pra ela. A merda é que a filhotinha é filha de uma metamorfa esquentada e de uma loba com cara de cachaceira. Raciocinem comigo: se a Martha continuou na série esse tempo todo, com certeza é só pra morrer bravamente no resgate da netinha, porque ela não é uma personagem com potencial de reaproveitamento futuro.


Achei a cena do Bill com a Salome feat. Lilith Alucinação uma merda. Apelativa e desnecessária, porque, honestamente, eles não são nem um pouco sexys juntos. Mas tem que apelar, é claro, é True Blood. Muito me admira também a porra da mulher cobra criada, com dois mil anos de idade, se encantar pelo Bill e dizer que quer governar o mundo ao lado dele. Porra, colega, você acabou de conhecer o gato, vai com calma. E não quero te desanimar, não, mas eu realmente acredito na inocência dele nessa história toda, então acho que é a Autoridade que vai acabar se fornicando.


Anyway, nada seria capaz de diminuir nosso ódio mortal por Biucompto naquela última cena. Véi, na boa... Pareceu até com um daqueles momentos das primeiras temporadas que a gente ficava se mordendo de ódio das cagadas que ele fazia. Tadinho do Eric, se fodendo pra conseguir um jeito de tirar todo mundo dali, e um jeito realmente bom e bem calculado, pro Bill chegar com a merda da mulher e fechar o circo. Foda. Eu só acho estranho, por exemplo, não terem matado nosso Loirão imediatamente. Ele vai ser castigado, é claro, mas esse tipo de atitude não deveria ser punida com a true death? Vamos esquecer por um momento que ele é um dos atores principais e que a série não faria sentido sem ele, não é estranho que nada tenha acontecido a ele se outros chancelers morreram por bem menos? Eu acho.

Essa merda vai feder muuuito ainda antes da season finale. Já tá acabando. Merda foda isso, hein?

Lady ;*

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Review do episódio 5x08 - Somebody That I Used To Know

É, fangbangers, tio Stephen Moyer realmente soube como conduzir um puta de um episódio; pra quem não sabe, foi ele o responsável pela direção do 5x08, um daqueles poucos episódios em que todos os núcleos tem algo de interessante pra oferecer.


Mas se eu devo nomear uma coisinha meio nonsense, essa coisinha é o Jason tentando dissuadir Sookie de se livrar dos seus poderes. Porra, se eu quero fazer alguma coisa, não é o meu irmão de mimimi no meu ouvido que vai me fazer mudar de ideia. Além disso, ela não sabe mesmo o que quer da vida se precisou de tão pouco pra fazê-la permanecer como fada.


Bom, e falando em fadas, vamos todos pro meio do mato fazer uma roda hippie de regressão e ver o momento exato da morte dos pais da Sookie. Eu esqueço como a vida ficar mais fáil com super poderes. Enfim, fiquei frustradíssima com o fato do casal Stackhouse ter sido morto por um vampiro random. Seria tão mais legal se fosse Bill ou Eric, ou mesmo outro que nós conhecêssemos. Quem é esse Warlow? Não sabemos nada dele além do fato de que o cabra tem voz de trem-fantasma. E se “smells so good in here” (morri com a cara da Sookie nessa hora), por que ele não atacou a Claudine ali do lado de fora do carro, uma fada feita e, imagino eu, bem mais cheirosa do que um pedacinho de band-aid?


Agora, por ter acessado essa memória, Sookie tá ligada ao tal vampiro? E como um vampiro consegue se materializar no banheiro dela por meio de uma nuvenzinha ectoplásmica? Ele deve ser diferente dos vampiros que já conhecemos, ou então bem poderoso. Mas se ele é tão poderoso assim, o que esse manolo estava fazendo na roça de Bon Temps quando matou os pais da Sookie? Eita, acho que levantei questões demais e vou acabar explodindo a cabeça de todo mundo.


Eu achei bem feito o que aconteceu com a Jessica. Ok, nós gostamos dela, mas convenhamos que a mocinha tava se achando demais nessa temporada. Nada como um membro fanático de um grupo de ódio pra nos mostrar que não somos essa coca-cola toda que imaginávamos. Mas o Hoyt não teve coragem de dar um tiro nela, obviamente, e me pergunto se as coisas sucederam dessa forma porque ele a ama, porque ela é uma personagem muito legal na série ou porque Bill, maker dela, dirigiu esse episódio. Meu palpite é o de que o casal apaixonado volte a ficar junto, ou eles não falariam tanto nisso aí. Nesse ponto, True Blood é igual a novela da Globo: começa com aquele casal carismático que depois se separa e a trama gira toda em volta da possibilidade deles ficarem juntos de novo. É o que acontece com Hoyt e Jessica e, verdade seja dita, Sookie e Bill.


E só mesmo no fantástico mundo de Sookie pra um xerife chegar num galpão com um cara morto e uma vampira e simplesmente não fazer perguntas sobre o ocorrido, não chamar reforços nem nada. Tá tudo em casa mesmo, né? Imagino a festa de Natal dessa galera no Merlotte’s...


E falando no Andy, lembrei do Sam e da Luna... Gente, quisso? Então ela ficou com raiva e, boom, se transformou no namorado? Deve haver alguma explicação boa vindo por aí, mas, até lá, Sam rebolando de voz fininha e bundinha de fora fez o meu dia.


Tô adorando o quão elevada está sendo a moral do Eric nessa temporada. Ele, de vilão bad boy lá em 2008, se tornou o defensor dos bons costumes. Se isso não for uma jogadinha política do Bill, quer dizer, se ele realmente não quiser explodir as fábricas de Tru Blood, então Eric é, entre essa gente, o único que vale alguma coisa. O que ele tá sentindo, entretanto, me parece ser só um cagaço enorme de que alguma merda foda aconteça caso os vampiros venham a tiranizar e tocar o terror no mundo.


Apesar de tudo, acho os exageros da Autoridade um barato; as risadas, o sangue, toda a diversão e iminência de poder... O que sempre me incomodou, no entanto, é o fato deles ficarem todos lambrecados de sangue depois das refeições. Puta clichê, não? Eu só quero saber o que Eric vai arrumar sozinho com toda essa galera aí enlouquecida.


E Alcide salvou a pátria pra quem, assim como eu, já tava sentindo falta da putaria da série. Outra coisa que entra na categoria de coisas clichê da série são os rosnados dos lobisomens. Porra, nem um pouco sexy os barulhos que ele fazia lá com a loba gostosona, e muito menos sexy ainda o pulão que ele deu em cima da cama. Ok, Alcide, tu é gato, mas esse tipo de coisa faz a mulherada broxar. Alguém concorda ou sou a única louca que acredita que um homem daquele consegue não ser totalmente hot?

E o lance do packmaster tá sendo encheção de linguiça. É claro que Alcide não deixaria o menino ser pego pelos lobisomens maus porque, ora essa, ele tá do lado dos bonzinhos da série, é um herói e mimimi. Mas, até que Russell entre nessa história aí, tá tudo muito chato, por enquanto.


Pago o maior pau pra relação da Pam com a Tara, uma tá começando a gostar de verdade da outra. Sem contar que elas estavam lindas no último episódio; aliás, a Pam poderia dar uns conselhos de moda pra Rutina antes das premieres e eventos no red carpet. Just saying.


E eu sabia que a maravilhosíssima ideia de Holly e Arlene ia dar merda. Lafa já virou empreguete do mundo espiritual, volta e meia o povo toma o corpo dele pra dar algum recado ou tratar de alguma pendência. A questão é que nosso amigo é um tanto, hum, digamos, sem jeito pra se relacionar com público em geral e soltou ali na frente de todo mundo que um tinha que matar o outro. Agora, essa dona aí do Iraque não é muito da exigente? Custava ela aceitar meia dúzia de galinha preta e um prato de farofa em troca do cancelamento da maldição? Te contar, neguinho quando quer atrapalhar, atrapalha.


Tô pra dizer que esse vai ser um dos melhores finais de temporada ever, porque tem muita coisa legal acontecendo. Que Godric e até Lilith permitam que a qualidade se mantenha assim até o episódio 12. Waiting sucks, meus queridos.

Lady ;*

terça-feira, 24 de julho de 2012

Review Episódio 5x07 - In The Beginning

Episódios enormes: me gusta.

 

 Hoyt já foi influenciado por todo mundo na série, desde o Jason até a mãe dele, e agora, por estar mais frágil do que nunca, vai dizer amém pra tudo o que os novos amiguinhos lhe falarem. É claro, meu querido, que você estava sob influência da Jessica, e isso tem um nome: estar apaixonado. Eu terminei alguns relacionamentos bem mal, mas nem por isso quero sair por aí dando tiros nos meus ex (ok, talvez eu queira). Ela não presta porque é uma vampira ou porque cansou de tu ser tão frouxo?


Eu acho essa Martha com uma cara de cachaceira... Enfim, meu palpite é de que aquele lance nos livros da Sookie amiga do bando pode se repetir na série. Na competição pra escolher o packmaster, JD realmente tomava V e ela era chamada pra ler a mente do povo e dizer se tinha mesmo doping envolvido. Acho que só pra não dizer que eles estão cagando pros livros da Charlaine Harris, talvez coloquem isso na série.


E, apesar do Cidão não ter perdido tempo pra dar uns pegas na bitch nova que apareceu, cadê a putaria dessa série, minha gente? Cadê o True Blood moleque, o True Blood de raiz com gente trepando a cada cinco minutos? Tá na hora de resgatar isso aí, negada, uma das marcas registradas do show.


Agora, o vídeo do casamento da Arlene foi mais triste até do que a morte do Godric. Eu já estava toda compadecida da situação do casal, mas no casamento, além da felicidade dos dois, a gente vê a galera toda junta: Jesus e Lafa, Hoyt e Jessica... E eu lembro que a série um dia vai acabar, o que me deixa muito sensivelzinha e mimimi. E o legal dessa cena também foi como ela ficou natural; aquilo ali realmente poderia ser uma filmagem de casamento. O comentário do Sam sobre o bar wins.


À cena do Lafa entrando na casa do avô do Jesus eu assisti trancadinha aqui, pronta pra levar um susto a qualquer segundo. O que deveras me intriga, senhores, é o fato de um cozinheiro de bar ter grana pra ir ali ao México a hora que bem entende pra recuperar a cabeça costurada do namorado morto. Esse velho é um filha da puta, e essa mulher grávida dele não tá esperando exatamente um bebê fofinho, como já deve ter dado pra supor, a não ser que ela tenha gestação de elefante que dura um milhão de anos. O meu palpite é o de que ela seja uma dessas xamãs boazinhas ou algo do tipo, e que vá ajudar o Lafa a se livrar do lado evil do dom dele e libertar o espírito de Jesus.


Gostei da conversa de Sookie e Sam no hospital, levantou mesmo uma questão interessante: se você pudesse, escolheria abrir mão de ser quem é para simplesmente não ser alvo de um grupo de ódio, por mais que o ódio continue existindo contra essas pessoas diferentes? É uma escolha mais altruísta do que parece, já que, escolhendo a “normalidade”, você deixa de submeter as pessoas que te amam a todo o perigo e toda a indisposição provenientes da ligação entre vocês. E não interessa se estamos falando de metamorfos sendo atacados em Bon Temps ou gays levando porrada de lâmpada na cabeça na Paulista, o sentimento de intolerância é um só.

Por outro lado, concordo com o que um dos atiradores de vampiros disse no início do episódio, “O mundo está de cabeça pra baixo, e fazem parecer que é um crime ser um ser humano normal”. Nada justifica violência, é claro, mas vocês já repararam que qualquer pessoa que defenda uma ideia diferente da militância homossexual, por exemplo, é acusada de ser homofóbica? Então essa intolerância aí não é unilateral; falta respeito também naqueles que não entendem que nem todo mundo quer ir pra parada gay. E em relação à religião também, às vezes eu sinto como se fossem me atirar pedras por eu manter minha religião numa sociedade cada vez mais ateísta. Entenderam meu ponto?

Bom, e falando em intolerância, preconceito e comentários bombásticos, what the porra foi aquela que o comandante ou whatever do Terry disse? “Suicídio é pra muçulmanos, e você é melhor do que isso”. Gente, não é esse o tipo de comentário que dá muita merda fazer? Eu sinceramente acho que o redator dessa fala aí não pensou muito no que ele tava fazendo, não.


Pam tá uma fofíssima com a Tara, achei isso demais. E nem acredito que seja um lance romântico rolando entre elas, não, parece mesmo um sentimento maternal. Realmente, por pior que seja ter sido transformada além da sua vontade e tudo o mais, é bem melhor ter a Pam como mãe do que a Rita Mae, né, convenhamos. E esse núcleo Fangtasia da série só me dá mais saudade ainda do Eric lá com a Pam. Cara, eles tem que voltar a ficar juntos, o próprio Skars disse na Comic que quer a Pam de volta pro Eric e que não vai aguentar passar outra temporada longe dela, não. Olha que coisa magifofa, gente?


E outro momento dafuq foi a Jessica doida mordendo o Jason e o Jason mais doido ainda dando um tiro na cabeça dela. Eu acho que a galera toda tá muito estressada, precisando fumar um cachimbinho da paz e ser feliz. Porque é gente matando vampiro, é vampiro matando gente, é metamorfo levando tiro, é nego costurando a boca dozotro, é monstro de fumaça rindo dos manolo... Porra, assim fica difícil.


Agora, se sangue de fada deixa os vampiros bêbados, sangue da Lilith deixa a galera loca loca loca trabalhada no ácido. Gente, que viagem doida foi aquela? De repente todo mundo, com o cu trancado de medo de se rebelar contra Salome e Russell, toma um sangue de 893423984 mil anos, entra na maior onda psicodélica e sai pelas ruas atacando humanos “indefesos”.


Steve tava ali no meio que nem poodle em churrasco, esperando cair uma migalhinha no chão pra ele. Nora é uma maluquinha, coitada; e o Kibwe tava mesmo só esperando a oportunidade pra botar as presinhas de fora e sair tocando o terror, porque aquele ali nunca me enganou, não. Eu gostava do Dieter, assim como gostava do Roman, e acho que uma guerra entre vampiros e humanos, que é o que a temporada promete, seria muito mais interessante com a presença dos dois. Mas, ok, eles que são brancos que se entendam nisso aí.


O interessante também é ver como Eric e Bill, que na primeira temporada eram super misteriosos e tão, sei lá, vampíricos, se tornaram os bons moços de agora, defendendo de verdade os humanos da crescente ira dos vampiros mais poderosos. Eu acho uma puta de uma coragem levantar a voz no meio daquela galera pra dizer que acreditam na coexistência pacífica das espécies; fala sério, sabemos que duas espécies simplesmente não convivem pacificamente. Essa suposta paz já tem durado muito tempo, é hora dos vampiros despirocarem e saírem fazendo merda. Já pensaram que, em todo esse tempo de série, nós nunca os vimos sendo realmente tiranos? Só muito darks e tudo mais, mas foram raras as vezes em que eles atacaram humanos (sem o consentimento desses) pelo simples prazer de se alimentar. Eu queria mesmo ver um vampire apocalypse nessa temporada, com cenas dos vampiros escrotizando ao redor do mundo e geral se desesperando, mas duvido muito que eles façam algo em grandes proporções. Mas eu adoraria, adoraria muito.


Já que estamos na iminência de uma guerra mundial, e eu tenho minhas dúvidas sobre uma simples aparição do Godric conseguir impedir isso, encerro esse review com o vídeo épico do discurso épico do rei vampiro mais épico que já existiu.


Vida longa ao rei e que venha “Somebody That I Used To Know”.


Lady ;*