O episódio me deixou aflita logo de início, quando abri o player e constatei que não, não tínhamos um episódio de duas horas que justificasse satisfatoriamente todas as questões da temporada, mas apenas 55 minutos e 11 segundos de momentos finais.
Ok, aquilo do Russell caminhando em direção às fadas e elas se defendendo com cara de decididas ficou muito cena de filme da Xuxa, e, diga-se de passagem, a Sookie seria a Xuxa. Eu acho que Russell foi um personagem formidável, e realmente lamento a morte dele. Poderia ser futuramente aproveitado justamente por ser um dos poucos que se adaptam às novas temporadas sem ficar enfadonho, mas se essa foi a vontade de Lilith e do Ball, so be it. Esperava mais da morte dele também, muito sem gracinha. No entanto, devo admitir que Eric salvando todo mundo foi algo que fez bem pro meu ânimo, meninas.
Eric leva o maior jeito pra chefe de família, por sinal, colocando ordem na casa e tomando conta da irmã e da netinha (?). E foi desse tipo de coisa que eu senti falta na temporada – vampiros entrando na casa da Sookie e a chamando pra fazer coisas, Jason virando macho e dizendo que ela não ia e, por fim, todo mundo se unindo pra derrotar o vilão da vez.
E finalmente o surto de poder do Bill o levou à loucura. Cara, você pode ser o chanceler Compton, Drácula ou o bostinha do Edward Cullen, mas caçar pernilongos e joaninhas é uma missão meio... Ineficiente, pra dizer o mínimo. Puta sorte a do Sam em poder se transformar em qualquer coisa também, porque se fosse o Alcide lá, é bem mais fácil encontrar um lobo. E um lobo deveria ter ido salvar a lobinha baby, né? Enfim, prossigamos.

Agora, isso do Jason colocar essa touca e sair pegando armas pra matar vampiros tá super com cara da terceira temporada, lá na Sociedade do Sol. E essas visões do pai e da mãe falando com ele me lembram muito o pai do Dexter aparecendo pra ele. Aliás, essa foi a temporada das visões esdrúxulas. O que mais me surpreende, no entanto, é a Sookie continuar dizendo que os vampiros são amigos dela. Porra, minha querida, olha bem pra todo tipo de merda que te aconteceu desde que a série começou e me diz se não foi tudo culpa de vampiros. Eles tão andando pra você, apesar de tudo, e a visão romântica a respeito deles se conserva. Mas isso é que nem aconselhar amiga que tá namorando um idiota: se confia tanto assim neles e se tá gostando, vai fundo.



O que diabos foi aquela fada maluca parindo? Gente, eu odeio tanto as fadas... Se eu fizesse parte de um grupo de ódio, seria de um que mata fadas. Essas vadias são enjoadas demais, e isso de guardiãs da luz ou sei lá que porra é essa é chato demais. A Maurella é uma das mais doentes, sem dúvida. Primeiro, porque ela deu pro Andy; segundo, porque ela ligou uma maquininha de cuspir criança em cima de uma mesa de sinuca, e parece ter orgasmos com isso. E o legal é a plateia feliz composta por Lafa, Jane e Arlene bebendo drinks coloridos e aplaudindo feliz a aberração. Freaks! E eu já ouvi falar de corno criando filho de outro, mas uma wiccan que fez o parto da affair fada do namorado e agora é meio que responsável por quatro larvinhas de fada, primeira vez.




E não tem jeito mesmo, o cara tem que ser mau. Sabem essa conversa de friendzone, né, meninas? “Ah, mas eu sou tão bonzinho e legal com você, por que você só quer ser minha amiga?” Simples: porque um lobisomem com umas gotinhas de V no sangue e matando o líder inescrupuloso da matilha é muito sexy. Então é isso, gatas. Da próxima vez que lhes acusarem de mandar alguém pra friendzone, mostre pra ele o discurso do Alcide ao se tornar packmaster e vejam se vocês não fabricam um novo gay.
Bom, a cena do Newlin que não era o Newlin e sim a Luna foi, hehe, o que eu posso dizer? Uma das mais bizarras da minha vida, no mínimo. Eu achava que era o Sam se disfarçando e que ela fosse a mosquinha. Mas são coisas que a gente só vê em True Blood, de fato.
E a sensação do verão não será “Abraham Lincoln – Vampire Hunter”, mas sim “Jason Stackhouse – Vampire Hunter”. Deviam fazer uma nova versão de GTA exclusivamente dedicada aos tiros que ele deu naquela Autoridade. E isso do elenco todo junto é muito divertido: Pam, Tara (achei que a relação delas não fosse pender pro romântico, mas ok), Jess, Sookie...
O fim do episódio foi um mindblow total pra mim, porque eu não sei o que pensar. No entanto, eu e Zé decidimos que a melhor forma de proceder é evitar qualquer tipo de comentário ofensivo em relação a Bill Compton, à Autoridade ou à Lilith. De agora em diante, fangbangers, procurem outro lugar pra falar mal de Bill Compton porque nós não queremos morrer e sei lá em que porra ele se transformou. Na Lilith? É, como disse o Zé, Billilith? Eu não sei, só sei que estou com MUITO medo dele e terei problemas sérios em me controlar até a próxima temporada.
No geral, posso dizer que Eric tava um fofinho, mas infelizmente já passamos a fase de intrigas e casos amorosos na série, e que a morte de Salome foi mais digna do que a do próprio Russel. Onde é que foi que o Newlin se meteu o episódio inteiro? E será que a próxima temporada vai começar com gostinho de season finale, no auge dos acontecimentos? Eu disse que todo mundo ia ficar puto e o desfecho não seria satisfatório...
Enfim, fangbangers, vou aproveitar a atenção de vocês pra dizer que a série entra de férias, mas nós não, e que continuaremos postando regularmente durante os próximos meses com tudo o que conseguirmos descobrir sobre elenco, nova temporada, fofocas dos atores, et cetera. O próximo review vocês leem em 2013 (tudo bem que alguns eu demorei quase isso pra postar) e, até, lá, waiting sucks como nunca.
Lady ;*